sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Walk of Life- Uma paródia espanhol!


Esse youtube é uma caixa de surpresa mesmo, esses dias me deparei com esse vídeo, achei muito divertido e pensei... porque não compartilhar aqui no Blog?...



Espero que gostem! ^^

Brunno Nunes.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dire Straits- Rockpalast 1979


Saudações Knopfleriana

Hoje eu gostaria de compartilhar um pouco de minha história como um Dire Straits fã, Knopfleriano de carteirinha, através de algo que foi marcante e definitivo para minha dedicação e mergulho na obra Knopfleriana e que me trouxe até os dias de hoje, estou falando do show do Dire Straits- Rockpalast 1979.

Eu tenho uma relação muito especial com esse show!

Isso necessita de um pouco de viagem ao passado de um Knopfleriano pernambucano...

Em meados dos anos 2000, tudo que eu queria conhecer era um show com a formação original, conhecer as músicas do primeiro e segundo álbuns ao vivos em suas respectivas turnês, (1978/1979), contemplar o formato, sentir o sabor musical ao vivo com a formação que sempre me cativou. 

Algo além dos lançamentos oficiais, sempre foi escarço em minha região, quem tinha um vhs do On The Night, The Video, ou The Very Best era Rei, a essa altura eu consegui uma cópia em vhs do show On The Night, pouco antes, tinha conseguindo uma cópia do vhs dos clipe, The Videos (1993), era o minha iniciação, em seguida, a minha mesada quinzenal era destinada a compra de um cd original do Dire Straits, em seis meses eu tinha toda a discografia oficial (2000), eu ficava literalmente "Dire Straits", mas estava feliz, pois tinha ao meu redor essa sonoridade ímpar que me acompanha até hoje, 16 anos depois. No ano de 2001, me deparei com a opotunidade de conseguir o cd Live at the BBC, esse cd simplesmente me deixou ainda mais apaixonado pela banda, eu já tinha toda a discografia, já conhecia bem toda a obra de estúdio, e o Live at the BBC me trouxe uma boa pitada do que eu procurava, ouvir aquelas canções ao vivo com o formato original. Confesso que fiquei "anestesiado" com esse cd, só depois de ouvir bastante foi que percebi que ele se afastava da sonoridade do primeiro álbum, havia uma guitarra com uma certa distorção, as músicas estavam mais pesadas, "como uma nuvem carregada", fato era que havia muita energia e paixão.



Mas foi em 2002 que meu sonho se concretizaria,  através do extinto site brasileiro (dsrc.kit.net), de Carlos Landini, grande Knopfleriano, que eu adquiri uma cópia em VHS de um VCD com o show Rockpalast 79. Quando isso veio parar em minhas mãos foi impactante, para mim não há nada que supere a experiência audiovisual, poder apreciar aquelas canções dos dois primeiros álbuns em vídeo era surreal pra mim, a qualidade não era nada comparado ao que temos hoje, mas, para quem não tinha nada, era tudo, e assim foi...




Rockapalast é um concerto do Dire Straits em seu verdadeiro formato, cru, jovem, com frescor e paixão, dias onde eles estavam a fazer jus ao seu nome "Dire Straits"... Antes do sucesso mundial atingi-los, tornando-os "Main-Stream música popular" com canções como Walk Of Life e Money For Nothing. Aqui temos uma banda em seu começo, sua essência, Country/Blues, Pub/Rock.
Foi aqui que eles produziram a máxima de seu som único, um feito memorável, a sonoridade das Fenders com os Knopfler's é incomparável. Com a saída de David Knopfler as coisas realmente começam a mudar de direção e foram se afastando cada vez mais dessa sonoridade que podemos apreciar nesse precioso registro que nos revela o Rockpalast 1979.

Esse concerto sempre foi o meu número 1, meu xodó, é o dvd que levaria para uma ilha!

Reúne canções como:

Down to the waterline
Six blade knife
Once upon a time in the west
Lady writer
Single handed sailor
Water of love
In the gallery
Follow me home
News
What's the matter baby?
Lions
Sultans of swing
Wild west end
Where do you think you're going?
Eastbound train
Sultans of swing



Não vou deixar em destaque uma ou outra canção, todas merecem destaque por possuírem um brilho muito particular, além de que, em se tratando de um registro em vídeo na íntegra da formação original do Dire Straits, é coisa que não tem preço, um verdadeiro amor acimo do ouro.

É o comecinho da turnê do Communiqué, poderíamos ter Angel of Mercy ou Southbound Again encerrando esse concerto, a razão de encerrar com Sultans of swing deve-se ao perfeccionismo de Mark Knopfler que iniciou de forma equivocado o primeiro solo da canção quando tocou na primeira vez nesse show, se não fosse isso, seria um deleite poder apreciar tanto Angel of Mercy quanto Southbound Again, pois não temos registro em vídeo de ambas, infelizmente.



A presença da arte da capa do primeiro álbum abrilhanta ainda mais o cenário, envolve ainda mais o espectador apreciador da formação original.

O Lp Communiquê só iria ser lançado dia 15 de Junho de 1979, provavelmente a arte do segundo álbum ainda não estava definida, embora, o sucesso do primeiro álbum tenha de certa forma eclipsado com o segundo álbum. O fato é que são álbuns continuativos e evolutivos. 




Qualquer registro posterior a essa formação possui uma áurea de "Mark Knopfler e banda", porém, de modo algum isso diminui a importância do que veio depois, cada álbum sempre teve muita qualidade e brilho próprio, apesar de todos os álbuns de Dire Straits serem incríveis, para mim, Dire Straits 1978 (primeiro álbum) e Communiqué 1979 são os melhores trabalhos e se você quiser saber a razão é só prestar atenção nesse concerto, conheça os dois primeiros álbuns de "cabo a rabo" e saberás onde é que fica o verdadeiro Shangri-la que Mark Knopfler cantou em seu álbum homônimo de 2004.


Brunno Nunes.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Praticando sons do álbum Communique!


Esse fim de semana estive plugando minha guitarra,  procurando um timbre próximo do álbum Communique, acabei registrando alguns momentos com meu celular e pensei... porque não compartilhar aqui também?

Enfim... aqui estão duas amostras,  resultado de uma tarde de sexta em casa, relaxando, tentando tirar esse som e buscando o timbre perfeito para meu deleite musical! ^^



Um pequeno trecho (esboço) de uma canção fundamental para quem, (como eu), busca timbre clean. Single-Handed Sailor, do segundo álbum dos Dire Straits- 1979.



Minha pequena versão dessa canção do segundo álbum do Dire Straits.

Buscando o timbre ideal!

Brunno Nunes.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Boa viagem Ziggy Stardust!

Hoje é um dia muito triste para a música internacional, e para todos nós que sabemos da importância e o valor da arte de David Bowie, verdadeiro expoente da criatividade e liberdade de expressão do século XX e XXI.

Em 1986, David Bowie dividia o palco com Mark Knopfler, Paul Lowe, Mark King (Level 42), Mick Jagger, Bryan Adams, Status Quo, Eric Clapton, Tina Tuner... Para um mega show Prince ' S Trust.

 Quem não tem esse dvd, eu recomendo!







Vale apena rever!!!!

É bom saber que uma banda como essa existiu na face da Terra!



Ele foi Hero e sempre será, ele era um Starman (Homem estelar) e para sempre irá brilhar, há uma constelação a te esperar no horizonte eterno!

Ele voltou para as estrelas, descanse em paz camaleão do Rock, sua obra ainda será estudada e apreciada pelos séculos e séculos!


Boa viagem Ziggy Stardust!!!!


Brunno Nunes

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

On The Night- TCM | Janeiro de 2016






Fiquem atentos, esse mês de Janeiro vai passar várias vezes o On The Night no TCM, tomará que seja legendado, pois assim, valerá a pena gravar!

Fonte: http://blog.br.tcmla.com/dire-straits-on-the-night-1992

Brunno Nunes.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Pick Whiters tocando Berimbau- 1980




Abrindo 2016 com uma pequena novidade:

Aqui está uma foto muito rara! Pick Whiters tocando Berimbau em uma loja de baterias em alguma cidade dos Estados Unidos. Foi durante a turnê americana no início da Making Movies tour 1980, entre Outubro e Novembro de 1980.

Berimbau é um instrumento tão comum na cultura popular do brasileira e usado pelos praticante da arte marcial Capoeira, que olhando essa foto é fácil imaginar que ele esteve aqui! ^^


Espero que tenham gostado de conhecer!

Brunno Nunes

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Feliz Natal- 2015!!!!





Feliz Natal- para todos os amigos Knopflerianos que sempre marcam presença aqui no Universo Dire Straits!!!
Um Natal maravilhoso e aconchegante para todos vocês !!!! 

Brunno Nunes.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Rock Legends- Dire Straits- Legendado (Português) Edição: Brunno Nunes





Aqui está um presente de Natal para todos os fãs, especialmente os(as) Knopflerianos(as) brasileiros(as).

Rock Legends- Dire Straits- Legendado (Português). Meu agradecimento ao amigo Antonio Paulo.

Espero que apreciem, é mais uma iniciativa do Blog Universo Dire Straits.

Isso deu trabalho pra chuchu! ^^

Comentários sempre são bem-vindos, e ajuda a manter a produtividade! 


Brunno Nunes.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

LOG tour- 1982-1983- Símbolos






Como havia prometido que voltaria em breve com mais detalhes sobre essa magnifica turnê, aqui estão alguns elementos importantes sobre esse período do Dire Straits e que gostaria de dividir com vocês.

No especial que fiz recentemente sobre a LOG tour, eu havia deixando já algumas previas do que iria tratar com mais profundidade neste tópico de agora, eu havia citado sobre a estreai de um certo "modus operandis" que nascia nesse período e que iria marcar profundamente a banda. Separei 5 tópicos marcantes, vamos a eles!







1- Dois tecladistas: É nessa turnê que pela primeira vez surge nos palcos do Dire Straits dois tecladistas, que vão trazer mais atmosferas para as canções. Agora a banda contava com Tommi Mandel, tecladista novaiorquino, que na turnê seguinte foi substituído por Guy Fletcher. Tommy sempre mostrou-se um cara animado em cena com o Dire Straits, apesar dos poucos vídeos com ele na banda, mas o clipe de Twistting by the Poll é bem emblemático com aquela dancinha louca que ele faz!





Mas, o que realmente interessa nesse contexto é o formato, anatomia da banda, como ela vai ganhando outra forma nessa turnê, ouçam Once Upon a Time in the West na MM tour 80/81 e em seguida n LOG tour 82/83, percebam que baita up ocorre com a adição de um segundo tecladista, a meu ver, essa é a canção chave inicial para se perceber essa sutileza da adição de mais um tecladista na banda.



2- Trilha sonora- (LOCAL HERO): Isso é um dos pontos mais extraordinários que vai acontecer com o Dire Straits. Essa trilha sonora foi desenvolvida logo após o álbum LOG está concluído, razão pela qual o álbum e a trilha se harmonizam divinamente, como se Knopfler tivesse indo buscar as inspirações em um mesmo lugar no astral. Suas canções já  possuíam um teor cinematográfico, isso já era evidente, mas, após Knopfler fazer seu primeiro experimento em trilhas sonoras, (que já começou épico, pois Local Hero é um filme bem legal, mas, a trilha sonora desse filme é bem mais brilhante do que o enredo), Knopfler trouxe para o Dire Straits elementos dessa experiência e aplicou isso nos shows ao vivo.



É neste ponto que gostaria de destacar como uma força criativa chamada Alan Clark foi fundamental para que tudo fosse do jeito que conhecemos. Podemos perceber nuances, no mínimo, bastantes curiosas. Observando atentamente qualquer show na íntegra da turnê do Love Over Gold em 1982/1983, percebemos que a banda abria seus concertos com o tema, Stargazer, a antepenúltima faixa da trilha Local Hero. Essa canção foi usada durante todas as aberturas de shows desse período, (isso se estendeu até a primeira parte da turnê do BIA em 1985, os concertos ainda eram abertos com essa faixa). Isso em si é algo muito significativo quanto a um salto qualitativo das turnês anteriores para a turnê em questão, a introdução de um novo elemento sonoro na banda ao se apresentar para seu público, isso deu um charme a mais, um baita up, Stargazer é imponente, é como "as trombetas dos anjos" anunciando o reino dos céus chegando na Terra. (Tenho certeza que a sensação é essa para todos nós quando estamos apreciando o Dire Straits, é como estar no paraíso!) =D


Ainda sobre a trilha sonora e sobre a força criativa de Alan Clark, vejam só vocês como ele consegue trazer para uma canção muita sutileza, dando novas texturas:

Deixo o seguinte exemplo: Once Upon A Time In The West (Alchemy Live)



Percebam os 15 primeiros segundos, esse trechinho de 15 segundos só acontece nas versões de 1983, qualquer versão de 1982 a 1980, a canção inicia com o que ouvimos no ponto 15 segundos. Você pode se perguntar, e dai, isso é bobagem, e eu lhe digo que a pergunta que deveria ser feita é... de onde veio isso? (É assim que eu penso, por isso escrevo tantos detalhes...). Bom, você poderá ouvir esse mesmo pequeno trecho de 15 segundos da introdução de OUAITW  do Alchemy em Going Home- Theme of Local Hero também do mesmo show, no ponto 1:18 min.



Isso é nada mais nada menos um trechinho de Rocks & Thunder, se você reparar bem, essa é a única canção que se repete na trilha sonora de Local Hero, ela surge no começo e no fim da trilha. A mesma dinâmica ocorre nos shows da LOG tour, vemos um pequeno trecho de Rocks & Thunder no início de Once Upon A Time In The West e e de Going Home- Theme of Local Hero. O lance é que o Alan Clark é quem cria essa passagem nova para o tema Rocks & Thunder ao vivo, em estúdio, a canção não vem com aquele arranjo presente nos primeiros 15 segundos de OUATITW ao vivo em 1983.

Então, existem pelo menos três elementos da trilha sonora que estão presentes no setlist dessa turnê:  Stargazer, Rocks & Thunder e  Going Home- Theme of Local Hero.

São nuances e elementos que vão criar corpo e atmosfera dessa turnê, revelando um novo Dire Straits, possivelmente, seu melhor momento e formato!


3- A entrada de um novo instrumento, Saxofone:

É outro ponto interessante e impactante quando consideramos o contexto histórico, é interessante notar que o sax surge sempre depois da primeira metade do show, justamente em uma canção inédita nesse período, Two Young Lovers, mas é em Portobello Belle que uma coisa muito nova vai acontecer.





Uma das coisas mais lindas que já vi no Dire Straits em termos de atmosfera é exatamente esse final de Portobello Belle feito por Mel Collins durante a LOG tour- 1983. Belíssimo, ele é o meu predileto saxofonista. O protagonismo de Mel Collins em Portobello Belle é um show de lindas frases duelando com a guitarra de Mark Knopfler. A ausência desse momento no lançamento do  DVD show Alchemy é um dos maiores pecados que uma banda poderia fazer com seus fãs, muito lamentável que até hoje não pudemos apreciar esse momento em vídeo, pois foi filmado, na edição sobrou esse trechinho acima, durante muito tempo eu pensava que era um arranjo para Tunnel Of Love, mas somente ao me deparar com um bootleg da LOG toure na integra é que pude compreender melhor muitas coisas dessa turnê, foi ai que vi que isso se tratava do final de Portobello Belle fazendo uma ponte com Tunnel Of love.





Aqui vocês vão entender isso melhor, a meu ver é a grande cereja do bolo dessa turnê, no tocante ao setlist e arranjo para uma canção. Como havia citado no espcial sobre essa turnê, Portobello Belle atingira o seu ápice nesse período em uma versão definitiva, é quase uma materialização da letra, verdadeiramente e genuinamente um Reggae Irlandês,(como Mark sempre cita enquanto está introduzindo essa canção) com pitadas de música caribenha e certamente, uma boa pitada da música JAMAICANA Calypso.


O sax permanece até certo ponto da introdução de Tunnel os Love e só reaparece no final de Solid Rock e durante Going Home.


4- A bandana ou faixa na testa- Mais um novo elemento, simples, porém marcante, virou uma especie de marca registrada, a combinação de blazer com assessórios de jogadores de tênis, a faixa ou bandana e as munhequeiras, algo que ganhou grande destaque, observe que outros membros da banda usam as munhequeiras, Jonh e Hal. Os Blazers já eram uados na turnê passada, as munhequeiras já nasceu com a banda, 1978 Knopfler já aparecia.


A caricatura de Mark Knoplfer na capa da coletânea Money for Nothing é muito simbólica sobre o contexto imagem e identidade da banda.



5- Final dos concertos: É algo curioso, a banda encerra com o tema principal de sua recém trilha sonora, com Going Home- Theme of Local Hero, nesse ponto, ocorre algo quase soa teatral: os roadies entram em palco e começam apressadamente a desmontar o equipamento. Sobre isso, Knopfler explica: “Um concerto pode ser uma experiência muito poderosa. No passado, reparei que as pessoas podem alcançar tamanho entusiasmo que saem do espetáculo com a energia ainda a fervilhar e sem lugar onde a focalizarem. Decidimos, propositadamente, anular esse poder e deixar que as pessoas fossem embora de modo mais gentil.”







Enfim, apresentei-vos 5 símbolos marcantes que surgiram nesse período da banda e que fazem a turnê do Love Over Gold ainda mais especial. São elementos que vieram surgir nessa fase da banda e ficaram até a última turnê e alguns deles seguiu até na carreira solo de Knopfler.

Espero que tenham gostado, e não deixem de comentar.

Brunno Nunes.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Nova Parceria- Mark Knopfler's World






Comunicando uma nova parceria entre o blog Universo Dire Straits e o site Mark Knopfler's World.

Nosso espaço ganhando reconhecimento e destaque no exterior, a reciproca é a mesma, Mark Knopfler's World é seguramente um maravilhoso projeito, feito de fã para fã, assim como Universo Dire Straits.


Obrigado a Zina Bonaventura e a todos que fazem o grupo Mark Knopfler's World.

Um abraço Knopfleriano do Brasil!!!

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Communicating a new partnership between the blog  Universe Dire Straits and Mark Knopfler's World website.

Our place gaining recognition and prominence abroad, the reciprocal is the same, Mark Knopfler's World is surely a wonderful project, made from fan to fan, as well as Universe Dire Straits.

Thanks to Zina Bonaventura and all who make the Mark Knopfler's World Group.

Knopfleriano a hug from Brazil !!!


Brunno Nunes.

Dire Straits

Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979