terça-feira, 21 de março de 2017

Dire Straits legacy- Turnê pelo Brasil-Maio de 2017.





No ano em que se completa o aniversário de 40 anos do Dire Straits, até o momento. nenhum pronunciamento oficial de Mark Knopfler, quanto a uma possível reunião da banda, em meio a tudo isso, uma notícal excelente para nós, fãs brasileiros.

Isso mesmo, o Dire Straits Legacy irá fazer uma turnê pelo Brasil em Maio deste ano.
 O projeto “Dire Straits Legacy”, é liderado por um grande fã Italiano, Marco Caviglia, apaixonado pela música do Dire Straits, teve essa iniciativa de realizar esse projeto, que conta com membros que fizeram parte do Dire Straits. Presenças confirmadas de Alan Clark, Mel Collins, Phil Palmer, Danny Cummings.

 Eu já conhecia o trabalho do Dire Straits legacy através de vídeo no youtuibe, a meu ver, a iniciativa é algo louvável, pois, possibilita um reencontro desses músicos, coisa esta, que se dependesse de Knopfler, não aconteceria. Então, meu agradecimento ao Marco Caviglia por tudo isso.

 Para alegria dos amantes da música do Dire Straits, o Dire Straits Legancy passará por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza e Recife!

 Até o momento, foram divulgadas duas datas, Florianópolis será dia 06/05 e Olinda será dia 13/05.

 Isso é um presente para mim, logo aqui no meu querido Estado, Pernambuco, "parece até que eles advinharam o meu pensamento!" hahahahaha!!!! =D Pelas canções, já vale a pena, e ver o Alan Clark, (membro mais antigo do Dire Straits presente no DSL) tocando as canções, isso em si é um verdadeiro luxo pra qualquer fã da banda. Além do resto da turma, vai ser um prazer apreciar esse momento! 
Eu vou e sem demora! ^^

 Aqui eu deixo meus agradecimentos aos responsáveis pela vinda do DSL ao Brasil, por sinal, gostaria muito de saber quem é o responsável pela vinda deles em Olinda-PE.

 Em Pernambuco, os ingressos começam a ser vendidos a partir de sexta-feira (24) e vão custar, no primeiro lote, R$ 200 e R$ 100 (pista), R$ 150 (pista social, com um quilo de alimento), R$ 200 (frontstage, com open bar de cerveja), R$ 1200 (mesa para quatro pessoas) e de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil (camarote para dez pessoas). As vendas serão feitas na bilheteria do Classic Hall, no Ticket Folia dos shoppings RioMar, Recife e Tacaruna, além dos sites Eventim e TicketFolia. (Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2017/03/21/internas_viver,694984/musicos-do-dire-straits-vao-fazer-show-em-pernambuco.shtml)

 

 Ansioso para apreciar esse momento com o Dire Straits legacy, tenho certeza que será inesquecível sentir de perto um pouco da textura sonora do Dire Straits.


 Brunno Nunes.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dire Straits- Countdown (Australia)- National Top 10- March 27, 1983


Muito interessante, muito raro ver vídeos dessa formação do Dire Straits, realmente recioso.

Acredito que a tv australiana tenha gravado algum registro de algum show  da banda durante todo mês de Março que eles estiveram na Autralia, em 1983.




Brunno Nunes.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Biografía de Guitarristas: Mark Knopfler (ESPAÑOL)






Excelente resumo da biografia de Mark Knopfler, boas informações!


Brunno Nunes.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Dire Straits- TOUR BOOK PROGRAMME- On Every Street- 1991





Venho compartilhar mais uma preciosidade de minha coleção do Dire Straits. Esse é sem dúvidas o mais bem feito tour book programme do Dire Straits. Como vocês podem ver, ele está muito bem conservado, apesar dos 26 anos de seu lançamento.

(Obs 1:Essa edição é de 1991 e não de 1992 como eu havia citado no início do vídeo.)
(Obs 2: Eu não sei se a pronuncia do nome de Joop de Korte está correta.) =D


Em breve postarei outros que tenho!


Brunno Nunes.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Seven ages of rock- TV CULTURA- (Dire Straits)

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               video


Faz parte do pacote de algumas exclusividades que vou disponibilizado aos poucos aqui no Universo Dire Straits.


Sim, eu gravei esse programa exibido pela Tv Cultura quando foi transmitido em 2013 e agora estou disponibilizando para todos.

 Isso é uma exclusividade do blog Universo Dire Straits, do Brasil para o mundo!

Espero que apreciem o pequeno e precioso registro narrado em português e legendado.


Brunno Nunes.

MK na BBC Radio 2- Programa Johnnie Walker meets.









Dia 29/12/2016 a  BBC Radio 2 retransmitiu uma entrevista com Mark Knopfler no programa  Johnnie Walker meets, na BBC Radio quer foi ao ar dia 25/05/2015. 


Mark Knopfler fala com profundidade para Johnnie Walker sobre a sua carreira de enorme sucesso como artista solo e membro do Dire Straits e The Notting Hillbillies, suas colaborações com gente como Bob Dylan, James Taylor, Chet Atkins e Emmylou Harris e seu trabalho como trilha sonora do filme compositor.

Mark também discute seus primeiros trabalhos e aventuras musicais, os primeiros passos de Dire Straits e sua infância, especialmente a sua primeira guitarra preciosa e os singles de vinil e performances de Everly Brothers, Hank Marvin e Duane Eddy.

Mark vai nos falar através de todas as faixas-chave de sua vida (tanto influências e composições) e seu mais recente, Tracker, seu oitavo  álbum solo.

Ele fala sobre a emoção da inspiração, a procura de uma ideia, analisar o processo, como ele se prepara para escrever e trabalhar no estúdio.

O álbum Tracker também contém um novo elenco de personagens extraídos do fascínio infinito de Mark com pessoas, reais e imaginadas, e lugares e épocas em sua própria vida.

Co-produzido com seu confidente de longa data Guy Fletcher, apresenta colaboradores freqüentes, como John McCusker em violino e cittern, Mike McGoldrick na flauta, o baixista Glenn Worf e o baterista Ian Thomas.

O registro também apresenta os frutos de novas amizades, por exemplo, duas jóias elegante feitas pelo saxofonista Nigel Hitchcock em River Towns e Wherever I Go. A última música fecha o álbum e apresenta o dueto de Mark com a cantora e compositora Ruth Moody (famosa por seu trabalho com a Wailin 'Jennys).

2017 só está começando, esse ano teremos boas notícias acerca de um novo trabalho solo, e provavelmente outro projeto misterioso, o qual não temos ainda pistas concretas, mas, aguardemos, pois boa coisa virá!

Brunno Nunes.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

London Rock Orchestra - Plays Dire Straits


Esse aqui é um presentinho de ano novo para todos vocês que acompanham esse espaço dedicado ao Dire Straits e Mark Knopfler.

Em 2017 o blog Universo Dire Straits completará 10 anos de existência, até o momento foram mais de 500 postagens que fiz e espero poder continuar seguindo com esse projeto. Que em 2017 muitas boas novidades Knopflerianas venham acontecer!

Aqui está um ótimo trabalho que eu aprecio bastante, feito pela competente London Rock Orchestra . Esse é para encerrar 2016 e começar 2017 de forma bem agradável!

Feliz 2017 para todos(as) os Knopflerionos(as) do planeta! ^^







Brunno Nunes.

domingo, 6 de novembro de 2016

Heavy Lero - DIRE STRAITS - apresentado por Gastão Moreira e Clemente Nascimento






Não é todo dia que temos a felicidade de encontrar algo como esse feito . Assisti e foi sensacional, muito obrigado, Gastão, Clemente e equipe, vocês fizeram um excelente trabalho, se tivesse um botão pra curtir 10 vezes eu curtiria 100 vezes!!!

Altamente recomendado!!!!

Eu já estou inscrito, e sugiro aos amantes do bom e velho Rock and Roll a conferirem e se inscreverem no canal Kazagastão - KZG, quem lembra do programa Musikaos- tv Cultura, apresentado por Gastão, saberá que a qualidade é garantida.

https://www.youtube.com/user/heavylero1/videos


Brunno Nunes.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

34 anos do lançamento do álbum- Love over Gold.







No dia 20/09/1982, há 34 anos  era lançado o mais atmosférico e ousado álbum do Dire Straits, Love Over Gold. 40 minutos e 59 segundos de pura magia envolvida em uma atmosfera musical celestial.

Os quatorze minutos " Telegraph Road " passou a se tornar um favorito no rádio FM em todo o mundo. O álbum alcançou o # 1 na parada de álbuns na Austrália, Áustria, Itália, Nova Zelândia, Noruega e Reino Unido, e # 19 nos Estados Unidos. Love Over Gold mais tarde foi certificado ouro nos Estados Unidos, platina na França e na Alemanha e dupla platina no Canadá e no Reino Unido.
Dois modos drasticamente diferentes dominam esse álbum. forte e ardente (como o relâmpago na capa);  outro é suave e sedutor.

 Esse aspecto é particularmente explícito em "Private Investigations", uma balada longa e incomum em que Knopfler desempenha um detetive particular endurecido por uma vida de vasculhar a "sujeira" alheia. Ao longo de um jogo de sintetizador discreto, uma borbulhante marimba e um delicado violão, ele resmunga em seu copo de uísque como Bob Dylan em um casaco: "You get to meet all sorts in this line of work, Treachery and treason There's always an excuse for it,". Em seguida, John Illsley soa um aviso tranquilo, com uma linha de baixo perseguindo antes da música eclodir em explosões dramáticas de "tiros" de guitarra e um trágico som tocando pelo piano de Alan Clark. Uma dicotomia entre o amor e a dor.

 A meu ver, essa é uma das maiores obra-prima já ofuscada no mundo da música, além da carreira de Knopfler e Dire Straits como banda.

Estamos completando duas décadas do século XXI e poucas coisas no meio musical do começo desse século chegam perto de uma obra prima como essa!

1. "Telegraph Road"   14:20
2. "Private Investigations"   6:47
3. "Industrial Disease"   5:50
4. "Love over Gold"   6:18
5. "It Never Rains"   8:00

Para quem gosta de algo sonoramente refinado, regado de uma distinta elegância é só dar o play e deixar a magia acontecer!

Brunno Nunes.

A imagem do Dire Straits.


Eu fiz uma atualização de um tema que eu havia abordado aqui no blog há mais de dois anos, cujo o título era ("Dire Straits não foi obra exclusiva de Mark Knopfler.") e não estava satisfeito com minha abordagem. Agora venho trazer uma outra abordagem, mais adequada com o que eu realmente queria de debater na ocasião, a fim de trazer mais reflexão a nossa amada e querida banda!

Afinal, quem eram os Dire Straits?

É com essa abordagem, (talvez polêmica para alguns), que venho trazer luz a um aspecto que  me inquieta há um bom tempo, a maneira como a mídia trabalhou a imagem do Dire Straits focando 99% na figura de Mark Knopfler.
É fato que ele é o componente mais essencial para o sucesso da banda, pois é o compositor, cantor, guitarrista solo, e líder da banda, um musico completamente diferenciado em sua arte. Mas, quando olhamos para bandas como, Queen, Led Zeppelin, The Police, Rush, Beatles, Pink Floyd, necessariamente não pensamos apenas no vocalista, a maioria das vezes pensamos em mais de um componente dessas bandas, quase que imediatamente e de fato, a julgar pelas entrevistas que tais bandas davam na tv, 90% das ocasiões, seja em uma coletiva de imprensa, ou em programas de entrevistas, a maioria das vezes estava ou a banda completa, ou 50% dessas bandas estavam presentes, curiosamente, não é o caso do Dire Straits, quando a maioria das vezes, a banda era representada apenas por Mark Knopfler, aqui estão alguns exemplos:











LIVE AID 1985: https://www.youtube.com/watch?v=8emrGa-ukGE





(No Late Night with Letterman Sho- 1985, estranhamente ele se apresentou sozinho tocando Expreso Love sem o Dire Straits)







Aqui está o contraponto. 







Isso mostra que nesse período inicial da banda, havia uma visão mais em torno de banda, e não como se tornou com o tempo, basicamente como a "banda de apoio" do Mark Knopfler.

Há um aspecto e torno do Dire Straits que se assemelha com a banda Creeedence Clearwater Revival, banda que só tinha um compositor, John Fogerty,  talvez por isso, que assim como o Creedence é sinônimo de John Fogerty, Dire Straits é sinônimo de Mark Knopfler, asism é para a grande maioria e não vejo como ser diferente, porém, eu não deixo de perceber a importância de determinados membros que passaram pelo Dire Straits e deixaram suas marcas e preciosas contribuições que deram formato ao som da banda, seja em estúdio e principalmente ao vivo, durante as variadas turnês.


É nesse sentido que para mim o Dire Straits não foi obra única e exclusivamente de Mark Knopfler, não vejo a banda dessa maneira como muitas pessoas!


O Dire Straits foi uma banda bastante incomum desde sua criação, eles tinham tudo para não darem certo, porém, deram certo e venderam mais do que qualquer banda punk, que era a bola da vez no final dos anos 70.




A meu ver, a sonoridade do grupo deve-se não apensas ao talento e genialidade inquestionável de Mark Knopfler, mas sempre percebi que trata-se da junção de outros elementos, se assim não fosse, a carreira solo de Knopfler seria a mesma sonoridade do que foi com o Dire Straits, as configurações existentes dadas as formações da banda, deram emoções e sabores distintos as canções.

A meu ver, a primeira formação da banda é a base de tudo o que o Dire Straits se tornou. O processo de criação musical do grupo, sempre andou de mãos dadas com o toque de músicos notáveis que estiveram na banda. Nos primeiros anos 77/79, existia algo que identifico como a sonoridade muito distinta de todas as fases da banda, o som das fenders, a química no palco dos irmãos Knopfler, a doçura e sutilezas das baquetas de Pick Whiters  algo que foi essencial para soar daquela maneira, o segredo estava na unidade e não somente em Mark Knopfler!






Além do líder da banda, sem dúvidas, o músico de maior destaque na formação original é Pick Withers, um baterista único, dono de um estilo singular de tocar bateria, ele tinha originalidade, sutileza, uma sensibilidade incrível em todas músicas do Dire Straits que ele tocou. Podemos pensar, além da guitarra de Mark Knoplfer, o que seria de Sultans of Swing em estúdio, sem o contributo de Pick Withers? Quanto ao John, apesare de não ser um baixista extraordinário, a história mostra que ele  cumpriu muito bem o seu papel na banda, John e Mark Knopfler formavam um grande time, tanto que foram até o fim em 92!

Enfim, a ideia de que Dire Straits é Mark Knopfler e Mark Knoplfer é Dire Straits nunca me convenceu em sua forma literal, são propostas musicais completamente diferentes, há toda uma formula (jeito) de se criar canções muito distintas em ambos os víeis, cada um com sua particularidade, contudo, olhando a obra toda, percebe-se claramente que há uma evolução nas composições das letras (tendo em vista a carreira solo), por outro lado, parece haver uma inversão quanto ao quesito (guitarra), como se a mesma perdesse substancialmente ênfase e os holofotes fossem jogados para outros instrumentos, hoje podemos perceber uma flauta muito presente em seus shows, que muitas vezes não funcionam (a meu ver) em determinadas canções como What It Is, (em termos de instrumentação, prefiro as versões da STF tour 2001, violino sim é o casamento perfeito pra esta canção),Telegraph Rod... mas ai já é outra história é um ponto de vista particular! 

Não obstante, Mark Knopfler sempre foi e é a alma do Dire Straits, só que a alma precisa de um corpo, o corpo foi o conjunto inteiro, cada um dando o melhor de si, e assim foi como tudo começou!

 
Penso que na fase inicial do dire straits (os dois primeiros álbuns), notadamente foi marcada por uma abordagem  mais intimista, a proposta inicial do grupo era inovar a música inglesa, trazer o que tinha de melhor nos guetos londrinos, misturada a uma sonoridade Americana, vide a invasão Americana que influenciou e continua a influência todo o mundo . Sem dúvidas que a influência cultural de Mark traçou os passos subsequentes da banda. A inclusão de alguns instrumentos como sintetizadores, pianos em 1980, saxofone a partir de 83, marcaram um novo salto quântico musical na banda, e isso foi dando a tônica durante a trajetória da banda, basta analisar as evoluções musicais de varias canções e suas transformações durante o tempo de vida da banda, como verdadeiro alquimista em seu castelo chamado Dire Straits, Knopfler elaborou uma obra regada de grande maestria, mas para isso soar como tal, ele não estava só, sempre esteve com os músicos certos para conduzir sua obra. (Nunca se vence uma guerra lutando sozinho. Raul Seixas).  


Dessa forma, o dire straits teve diversos momentos: 1) Final da década de 70 - funcionava como uma verdadeira unidade; 2) década de 80 - complexificação da obra, com inclusão de instrumentos como teclados, sintetizadores, saxofone, flauta, trazendo novas propostas musicais, presença de bateria eletrônica na BIA 85/86 ; 3) Década de 90 - um universo ainda mais amplo no contexto instrumental, com a entrada de um novo elemento musical, o Lap Steel, além de uma percussão extra, Dire Straits na altura de sua última turnê mundia era uma banda que se equivaleria a qualquer dinossáurio do rock, possivelmente, análogo ao que soava o Led Zeppelin em sua última turnê em 1980.

Outro aspecto que não irei aprofundar, mas apenas trazendo para refletir, não podemos esquecer dos músicos que contribuíram para a grandiosidade da obra da banda, vide os dois últimos álbuns de estúdio, Brothers In Arms:
Omar Hakim – drums
Michael Brecker – tenor saxophone
Randy Brecker – trumpet
Malcolm Duncan – tenor saxophone
Neil Jason – bass on "One World", "Your Latest Trick" and fretless bass on "Why Worry"
Tony Levin – bass
Jimmy Maelen – percussion
Michael Mainieri – vibraphone
Dave Plews – trumpet
Sting – backing vocals 

On Every Street:

Danny Cummings – percussion
Paul Franklin – pedal steel guitar, acoustic lap steel 
Vince Gill – guitar, backing vocals 
Manu Katché – percussion, drums 
George Martin – conductor, string arrangements 
Phil Palmer – guitar
Jeff Porcaro – drums, percussion

Ao fã desatento, admira-lhe o fato de Sultans of Swing e On Every Street pertencer a mesma banda e isso se deu, fundamentalmente pela marcante metamorfose sonora que a banda sofreu com a perda de David, bem como as passagens dos bateristas, Pick e Terry, (que ambos dão sentidos e sabores muito distinto as canções). Não podemos nos esquecer do homem dos teclados e Pianos e Sintetizadores, Alan Clark, que vem definir de forma substancial o som da Dire Straits. Quem acompanhou o trabalho solo de Knopfler, sabe que a temática foi gradativamente mudando com o passar do tempo, Mark quase nunca escreve letras e nem tão pouco melodias no estilo inconfundível do Dire Straits, a mais perto que fez (propositalmente) foi What it Is, para além, Beryl, é certo que há alguns lampejos, o fato é que  os “ecos” mais abundantes do DS em sua carreira solo estão no Golden Heart evidentemente, afinal, é seu primeiro álbum solo.

Outro ponto de vista, referente ao tópico, é que no Dire Straits, determinadas músicas possuem algo que remete a personalidade de algum membro ou momentos onde eles se destacam.
Por Exemplo:


(Walk Of Life, Tow Young Lovers, Wild West End)= Jack Sonni  é a cara dele, basta assistir o clip ou ver as brincadeiras que Mark tira com ele no show em Sidney 86!

(Solid Rock, SOS, Twistting by the Pool, MFN) = Terry Williams, a energia que ele traz)





(Six Blad Knife, Private Investigations)= John Illsley e aquela marcação do baixo, envolvente.

(Your Latest Trick, Romeo and Juliet, On Every Street)= Chris White, com um sax impecável, fazendo dessas, clássicos, indiscutivelmente ! 

(Wild West End, Down to the Waterline, Lions, Once Upon a time in the West, SOS, Single Handed Sailor)= David Knopfler, basta assistir o clip ou ver ela no chorus 78 ou rockpalst 79 e ver como o David brilha nessa música com sua guitarra base dando movimento na música inteira.

(Water Of Love,Setting me Up, Once Upon a time the West, Skateaway...= Pick Withers, com seu ritmo e swing incrível.

O álbum Love Over Gold inteiro é a cara do Alan Clark.

(You And Your Friend, On Every Street)= Paul Franklin com seu Pedal Steel Guitar, ele mostrou porque em vários momentos durante sua passagem na banda, mas essas músicas jamais seriam as mesmas sem ele.

(É evidente que esses exemplos são subjetivos e nada impede de alguém ouvir qualquer uma dessas canções e remeter há algum outro membro, o fato é que a primeira pessoa de cada canção é o próprio Knopfler, líder, compositor, cantor e guitarrista solo).



Não vejo esses aspectos e forma evidente e marcante na carreira solo, e olha que segundo o próprio Mark, os músicos que o acompanham em carreira solo, têm mais liberdade para por sua identidade sonora do que nos tempos do Dire Straits, talvez isso deva-se ao fato (CARISMA).

Vamos debatendo! ^^



Brunno Nunes.

Dire Straits

Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979