terça-feira, 19 de julho de 2016

Depoimento de Sérgio Dias Sobre Mark Knopfler SESC POMPEIA 2016.




Aqui está um depoimento exclusivo que o Sérgio Dias (eterno Mutantes) fez para mim, sobre Mark Knopfler.

O meu pai e meu tio estiveram no show dos Mutantes feito com a formação original do disco de 1974, intitulado,  "Tudo Foi Feito Pelo Sol", que ocorreu no SESC Pompeia, no dia 15/07/2016.

Sérgio Dias é meu guitarrista brasileiro predileto, é referência lá fora e não é a toa, sua obra com Mutantes e carreira solo dispensa maiores comentários, quem conhece sabe da genialidade desse grandioso músico. Acontece que eu pedi para meu pai, quando com Sergio Dias estivesse, perguntasse a opinião dele sobre Knopfler, algo mais ou menos surreal para mim, pois é a opinião de meu guitar hero número 1 brasileiro, sobre meu guitar hero número 1 mundial.

Como falam as boas línguas por ai... "Um mito sabe reconhecer outro mito."

Obrigado meu pai, obrigado Sérgio Dias!


Brunno Nunes.

Depoimento- Mito para Mito- Gilmour e Knopfler.



Para mim, no mundo da música não há nada tão forte e que geram emoções tão intensas como a arte desses dois guitarristas, meus dois preferidos de todos os tempos.

Aqui está a declaração de Gilmour sobre Knopfler.



" Mark tem um enorme talento. Algumas de suas músicas são brilhantes e seu estilo é único. Eu ainda sou um grande fã de seu primeiro álbum, mas eu ainda gosto das canções de todos os seus álbuns " Romeo and Juliet " é muito comovente, " Brothers in Arms " é surpreendentemente Boa. Eu também gosto das trilhas sonoras de filmes que ele produziu. Quanto a seu estilo de tocar, eu confesso que eu sou incapaz de reproduzir seus solos de guitarra."


Agora, a declaração de Knopfler sobre Gilmour.



"Eu já toquei com David Gilmour, mas nós não fizemos nenhuma gravação juntos. Eu amo o seu tom de voz. Há algo de muito "swamp" ("pântano"), e melancólico no som da sua statocaster, mas também um som transparente, ao mesmo tempo que na verdade é a minha preferência tonal.
O que eu também gosto na guitarra de David é a maneira como ele fica dando voltas na melodia central sem atacar-la de frente, que é um sinal de um grande guitarrista."


Brunno Nunes

domingo, 17 de julho de 2016

Dylan and Knopfler- Turnê- 2011- 2012




Faço questão de divulgar esse encontro que aconterceu nos anos de 2011 e 2012.

 Ai estão duas lendas vivas da música mundial, não é todo dia que se ver essa mistura de Bob Dylan & Mark Knopfler!

Herói do meu herói, salve, salve ambos!!!!

Alguns bons momentos desse encontro.








Brunno Nunes.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Livros sobre o Dire Straits- II





Aqui estão mais dois livros sobre o Dire Straits que fazem parte de minha coleção.

O primeiro (vermelho), escrito por Álvaro Feito, de 1997, o segundo livro foi escrito por Colin Irwin, de 1994.

Brunno Nunes.

Livro- Dire Straits- Michael Oldfield. 1984





Aqui está uma das minhas jóias mais preciosas! ^^

Livro- Dire Straits, escrito por Michael Oldfield, um amigo de faculdade de Mark Knopfler. Única edição, de 1984.

Esse livro foi escrito com colaboração de membros do Dire Straits.

Michael Oldfield nos leva aos bastidores nas salas de concertos e clubes, na estrada, e nos estúdios de gravação. Ele revela as tensões pessoais que quase dividir a banda no auge do sucesso, bem como o talento fenomenal e visão que têm produzido músicas como "Romeu e Julieta", "Private Investigations", e "Industrial Disease." Ilustrado com uma riqueza de fotografias exclusivas, este é a história do Dire Straits: como foi e como é.

A ousadia em deixar os empregos formais e acreditarem na música que faziam. Como foram criadas as músicas dos quatros primeiros álbuns de estúdio, os êxitos, as dificuldades, a força de vontade de Mark, David, Jonh e Pick, a primiera apresentação, biografias de todos os membros até 1984.

Sem sombra de dúvidas, poderia-se fazer um filme com o material contido nesse maravilhoso livro, a maneira como o John Illsley conheceu Mark Knopfler foi hilária, perfeita para uma cena de filme, só a título de exemplo! ^^

Esse livro é basicamente um roteiro para um filme sobre a banda, tal qual existe o da banda The Doors.
Enfim, é um tesouro que guardo com muito carinho e orgulho!

Brunno Nunes.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Rádio Comercial | Gira-Discos - Money for nothing, Dire Straits



Muito bom programa abordando  o Dire Straits, em especial,  a canção, Money For Nothing!

Altamente recomendado!





Brunno Nunes.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Dire Straits- 1979-1981- tv- Espanha (Raridade)




Um pequeno e precioso fragmento de duas apresentações em programas de tv na Espanha. Sultans of Swing em 1979, em seguida, Romeo and Juliet em 1981.

Acredito que poucos fãs viram esse registro, estou na busca deles completos, por enquanto, fiquem com esse! ^^

Brunno Nunes.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Depoimento de Mark Knopfler + Making Movies- Song- Dire Straits- BBC ARENA




Até que ponto o Dire Straits é sua banda de apoio, Mark Knopfler?

Ai está um" cala a boca" para aqueles que acham que Dire Straits se resume a Mark Knopfler e ignoram o a soma das partes, elemento fundamental para a sonoridade distinta da banda. E olha que ele está falando da formação original da banda, no entanto, isso sempre foi verdade a todo tempo com o Dire Straits, por mais que ele tenha sido o compositor, vocalista, guitarrista solo, o líder da banda, sem os elementos certos não haveria a tal da QUÍMICA!

 Em seguida a canção Making Movies, a qual não entrou para o terceiro álbum da banda, de 1980.

Para os amigos Knopflerianos!!!!!!


Brunno Nunes.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

John Illsley descarta possibilidade de reunião do Dire Straits.







Segundo o site>

http://www.vandohalen.com.br/

"Lançando um novo álbum solo, Long Shadow, o baixista John Illsley falou à Classic Rock Magazine sobre a possibilidade de uma reunião do Dire Straits. E os prognósticos não são bons. “Já conversamos sobre o assunto e concluímos que é melhor deixar as coisas como estão. Seria muito difícil recriar a energia da última turnê, que fizemos entre 1991 e 92. Aquele, em minha opinião, foi nosso melhor momento como banda. Sabemos que haveria público. Recebemos ofertas. Mas estou feliz com o que faço e sinto que Mark Knopfler também não gostaria”.



Particularmente, a meu ver, essa notícia era previsível, Knopfler sempre deixou claro nos últimos anos que não tem interesse em reunir os Dire Straits, apenas ocasionalmente para eventos beneficentes. Entretanto, desde que a banda encerrou suas atividades com a última turnê em 1992, a banda nunca mais se reuniu em qualquer tipo de apresentação, apenas em 2002 ocorreram quatro concertos de caridade intitulado (Mark Knopfler and friends), que reunia uma parte do NOTTING HILLBILLIES e uma parte do DIRE  STRAITS. Por fim, isso foi o máximo do que poderia-se contemplar de uma reunião da banda no século XXI, que contava apenas com Mark Knopfler, John Illsley, Guy Flecher e Criss White (ambos, membros da BIA tour), o baterista Danny Cummings.



(Mark Knopfler and friends- Júlio de 2002)



Fontes: http://teamrock.com/news/2016-05-20/dire-straits-reunion-not-likely-says-john-illsley

http://ultimateclassicrock.com/dire-straits-no-reunion/#photogallery-1=1


Brunno Nunes.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Sydney 86- 30 anos do fim da BIA tour 85/86.






Há exatamente 30 anos, 26/04/1986, o Dire Straits encerrava a turnê do revolucionário Brothers in Arms, com um concerto Entertainment Centre Sydney Austrália, marcando o fim de uma era da banda.

A turnê, também conhecida como Live in 85/6, levou a banda ao redor do globo e eles tocaram 241 shows esgotados, 23 países e 117 cidades. Mais de dois milhões e meio de pessoas assistiram os shows dessa turnê.







O primeiro concerto real da imensa turnê mundial foi no dia 25 de abril, em Split, Yugoslavia.. Novamente algumas mudanças na turnê line-up: Hal Lindes foi substituído por Jack Sonni e Mel Collins foi substituído por Chris White. Tommy Mandel por Guy Fletcher.



 Vários convidados especiais apareceram durante a turnê: Eric Clapton, Paul Young, Hank B. Marvin, J. J. Cale, Sting, Billy Joel, David Sanborn, Branford Marsalis, Paul Brady, Dave Edmunds, Nils Lofgren, Francis Rossi, T-Bone Burnett e Pete Townshend e em 1986, Bob Dylan.




Em Setembro de 1985, Mark Knopfler foi para o Sweetwater Cafe, San Francisco para ver J.J. Cale executar. Mark foi convidado para tocar no palco como convidado especial. Em 18 de dezembro de 1985, J. J. Cale retornou o favor e juntou-se Dire Straits no palco do Hammersmith Odeon, em Londres, Reino Unido. Infelizmente, J. J. Cale faleceu no dia 26 de Julho de 2013.



(LIVE AID- WEMBLEY ARENA 1985- Panorama do público que assistiu a apresentação do Dire Straits e logo em seguida o Queen.)

Durante essa turnê, eles também fizeram uma aparição no famoso Live Aid 1985 show, tocando duas músicas  (Money for nothing com Sting e Sultans of swing) no fim da tarde daquele dia 13/07/1985, no Estádio de Wembley e retornando a Wembley Arena, na mesma noite para mais um concerto de sua própria turnê, numa série de 14 noites interruptas na Arena Wembley.


Quando os ingressos foram colocados à venda para o '86 turnê, eles continuaram a vender e esgotando todos em questão de horas, chegou ao ponto da banda chegou a ir para os veículos de comunicação pedir para não comprarem mais ingressos que eles estavam esgotados e queriam voltar para casa.

No concerto de encerramento da turnê, no no Sydney Entertainment Centre, Sydney, Austrália, 26/04/1986, a banda doa a quantia $ 50,000 para a campanha anti-droga que estava correndo na Austrália.


O repertório foi espetacular:

Ride across the river
Expresso love
Industrial disease
So far away
Romeo and Juliet
Private investigations
Sultans of swing
Why worry
Your latest trick
Walk of life
Two young lovers
Money for nothing
Tunnel of love
Brothers in arms
Solid rock
Waltzing Mathilda
Going Home

É um registro real, na integra de um legitimo concerto da banda no fim da turnê, versões preciosas de todas as canções presente no setlist, com destaques para:  A faixa que abre o show, a atmosférica Ride across the river, a inclusão de Industrial disease, tocada somente na reta final da turnê, uma apoteótica versão eletro-acústica de So far away, a única versão Your latest trick nessa turnê, uma emocionante versão da sempre linda Why Worry,  uma doce e nostálgica versão de Tunnel of love, com um solo final memorável e uma emocionante versão de Brothers in arms, com o som aveludado de sua Gibson Les Paul.

Enfim, o show é histórico, altamente recomendado para todos os fãs e apreciadores da banda.



Vamos celebrar, pois isso é história!

Brunno Nunes.

Dire Straits

Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979