segunda-feira, 29 de abril de 2019

Mark Knopfler inicia a Down the road wherever tour-2019




Dia 25 de Abril teve início em Barcelona à nova turnê de Mark Knopfler. Nesta turnê, mudanças substanciais ocorreram e é sobre isso que irei abordar nesta postagem.

A primeira coisa que gostaria de destacar é o setlist renovado nesta turnê, em segundo lugar, a banda estar maior, agora contando com dois novos membros que tocam metais, dando um novo sabor na maioria das canções, o retorno de Danny Cummings, dessa vez tocando percussão, algo que de cara remete a última turnê do Dire Straits, On Every Street tour 91/92. A mudança no repertório realmente foi muito bem-vindo, muitas vezes me queixei disso, creio que desde a turnê de 2008 que as coisas começaram a ficar gradativamente bastante previsíveis nos shows de Mark Knopfler, desta vez o Sultão do Swing resolveu, enfim nos brindar com um setlist maravilhoso e com escolhas surpreendentes. Aqui está o repertório da primeira noite:

1.Why Wye Man
2.Nobody Does That
3. Corned beef city
4. Sailing to Philadephia
5. Once upon a time in the west
6. Romeo and Juliet
7. Bacon roll
8. Matchstick Man
9. Done With Bonaparte
10. Heart Full of Holes
11. She's Gone/Your Latest Trick
13. Silvertown Blues
14. Postcards from Paraguay
15. On Every Street
16. Speedway at Nazareth
17. Telegraph Road
18. Money for Nothing
19. Local Hero




Eu ouvi esse show inteiro e apesar de não ter estado presente, para mim foi um show que nunca irei esquecer, devido a momentos marcantes, dos quais, sem sombra de dúvidas para mim, até agora me causa espanto e arrepios quando escuto, estou falando da grandiosa “Once upon a time in the West”, que surgiu no show como uma Fênix, completamente renovada, depois de 35 anos sem tocar essa canção em seus shows. A última vez que essa música foi tocada ao vivo por Knopfler, foi no Alchemy. Mark surpreendentemente usou sua Les Paul Standart- 1958, arrancando sons com aquela sonoridade inconfundível que é marca registrada de sua carreira solo, algo que causa um profundo contraste, eclipsando com o que se conhece dessa canção que no passado era apresentada com um Fender Strat (1978/1979) ou com a Schecter Strat (1980/1983), timbre limpos, agora saturada ao molho de sua Les Paul Standart- 1958. Meu Deus, que som, foi brutal, e faz a gente pensar: “por que ele não fez isso antes”... Em um formato que possui elementos da versão de estúdio com a versão do Alchemy, porém, adaptada ao Knopfler de nosso tempo e ao formato de sua nova banda, os sintetizadores da introdução ao vivo com os Dire Straits foram substituídos por sons de flautas e o final possui um maravilhoso dueto entre flauta, piston, sax e a guitarra de Mark Knopfler. Eu já devo ter ouvido uma vez para cada ano que ela não foi tocada, "Obrigado, meu Deus, por este presente", é indescritível, eu diria que vale a pena ir ao concerto só por causa disto.



Outro grande destaque é a canção Silvertown Blues, há muito tempo era esperada em seus shows, desde a turnê de 2001, são 18 anos de espera para enfim contempla-la ao vivo. É uma canção que promete crescer mais durante a turnê.




Heart Full of Holes foi mais uma grata surpresa, da classe das que nunca foram tocadas ao vivo, assim, como Silvertown Blues. Heart Full of Holes é daquelas músicas do catalogo de Knopfler que possui influencia celta, melodias intimistas, assim como Matchstick Man do novo álbum, é notável como Knopfler sente imenso prazer em interpreta-las.



Bacon roll melhora muito ao vivo, principalmente o seu final e o solo no meio da canção que possui sutilezas que somente Knopfler é capaz de reproduzir!


Why Wye Man abriu o espetáculo com uma nova atmosfera, os metais marcante presente em vários momentos, reestruturada em alguns momentos me remeteu a algo do álbum e turnê do Slow Train Comming do Bob Dylan, em seguida veio Nobody Does That, mais uma canção de seu novo álbum, que inevitavelmente remete a JJ Cale.






Money for Nothing retorna com o formato das versões da turnê do Brothers in Arms- 1985-1986, com aquela introdução de sintetizadores, Guy Fletcher cantando “I Want my MTV” e aquele crescente marcante da bateria. A guitarra do mestre está turbinada, timbre delicioso, é mais uma canção que ganhou novo sabor com presença de metais sem excesso, na medida certa.



No mais, eu creio que valeria a pena trocar canções como Corned beef city , Done With Bonaparte  e Postcards from Paraguay por mais canções de seu novo álbum, a meu ver, desde 2008 Knopfler não tem se mostrado fazer as melhores escolha de canções de seus novos álbuns para serem tocadas em suas turnês. Esperamos que canções como Trapper man, Back on the dance floor, Just a boy away from home, When you leave, Heavy up, ainda venham ser apresentadas. A ausência de Sultans Of Swing é algo que divide muitos fãs, para alguns, ela já não faz falta, para outros, ela é fundamental, pessoalmente, vejo que na altura campeonato, ele poderia continuar fazendo o que fez nas duas últimas turnê, seguir alternando e acredito que é isso que ele fará.

Outra coisa que me chamou bastante atenção é o timbre das guitarras do Mark Knopfler, está muito melhor e mais saboroso do que as duas últimas turnês, acredito que o novo sistema de som, P.A. que foi adquirido recentemente tenha muito a ver com esse fato.

A turnê promete ser muito promissora, ainda que Knopfler tenha anunciado nesse show que estava dando adeus às turnês, isso foi algo que impactou em todos nós que acompanhamos a sua carreira, embora, já fosse esperado, pois ele já havia dado alguns sinais. Na segunda canção do show, na introdução de Nobody Does That, ele disse:


“Alright Barcelona - happy or great to see you again
yeah, it's been a long time now
i always loved to be in Barcelona
so, once again is, hello Barcelona
but now, i am an oooold man, you know
so, i wanna thank you Barcelona for all the many happy years of me coming to say hello
it is also goodbye Barcelona for me, i am very sad
so hello Barcelona, dear Barcelona, i love Barcelona
but i will still try to make some records and write songs, but has to be no more travelling for old granddad, nevermind”

É interessante notar que ele escolheu dar essa notícia de forma discreta e diretamente no meio de seus fãs na plateia, que certamente foram pegos de surpresa, a única surpresa triste da noite.
Eu não acho que ele vai realmente parar de tocar ao vivo completamente. Eu acho que ele continuará fazendo shows enquanto for fisicamente capaz de fazer, mas, provavelmente serão shows únicos aqui e ali, como shows promocionais quando ele lançar novos álbuns, ou pequenas séries de shows em lugares como o Albert Hall. É imensamente triste que a turnê chegue ao fim, ele nos deu momentos e lembranças maravilhosas através de seus álbuns e turnês, das quais, jamais seus fãs devem esquecer, mas, como dizem, todas as coisas boas devem chegar ao fim. Espero que ainda haja muita música nova pela frente.

 Amanhã, dia 30/04/2019 eu iria realizar um sonho, assistir meu primeiro concerto do mestre, seria em Portugal, e dia 03/05/2019 em Corunha, Espanha, mas, infelizmente tive que adiar esse sonho por motivo de força maior. A experiência de assistir um concerto do Mark knopfler é a única realização que me falta como fã, seria meu maior investimento musical, ele possui uma profunda influência em minha vida, tanto em termos musicais, quanto emocionais, ele é a razão que eu aprendi a tocar guitarra, e sou profundamente grato a ele por tudo que sua música me deu. Quem sabe um dia eu terei a chance de vê-lo tocar... 

Estou deixando o link para analise e apreciação desse primeiro show dessa turnê, em Barcelona, dia 25/04/2019, cedido gentilmente pelo querido amigo espanhol, o Knopfleriano, Alberto Burgos, que esteve no show em Barcelona fazendo a transmissão desse concerto.

DOWNLOAD MP3

Aqui está um o vídeo do concerto que abriu a turnê em Barcelona, filmado pelo incrível AgustinKnopfler, a quem sou muito grato pela cobertura que vem fazendo para a comunidade Knopfleriana.




Aguardo comentários sobre vossas impressões desse concerto!


Brunno Nunes.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Dire Straits Legacy- Nova turnê pelo Brasil- 2019




O Dire Straits Legacy retorna ao Brasil para realizar uma turnê ainda maior que a que fez em 2017 e 2018, dessa vez, a turnê inclui alguns países da America do Sul, com Chile e Argentina.

Nessa turnê, a grande novidade na formação da banda é o Jack Sonni, guitarrista que fez parte da turnê do Brothers in Arms 1985/1986, no auge do Dire Straits.






Danny Cummings não estará presente, pois o mesmo encontra-se ensaiando para a próxima turnê de Mark Knopfler que inicará no final de Abril.

Quando vieram pela primeira vez em 2017, eu estava lá e posso garantir que vale muito a pena, são momentos incríveis com grandes músicos, ao som das músicas que amamos e com parte da história da banda, como Alan Clark, Jack Sonni, Mel Collins e Phil Palmer. Marco Caviglia é um afortunado em poder reunir todos eles e resgatar momentos maravilhosos que essas canções nos trazem, ele é o grande responsável pelo Dire Straits Legacy.

Datas:

29 March - Teatro Sesc Palladium, Belo Horizonte
30 March - P12, Florianópolis
03 April - Teatro Positivo, Curitiba
05 April - Teatro Guararapes, Recife
06 April - Concha Acústica, Salvador
07 April - Vivo Rio, Rio de Janeiro
09 April - Tom Brasil, São Paulo
10 April - Coupolican, Santiago
11 April - Luna Park, Buenos Aires
13 April - Goiânia Arena, Goiânia
14 April - Teatro Ulisses Guimarães, Brasília


Em Recife os ingressos estão sendo vendidos através do site:

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Já garanti o meu!!!








Lá estaremos mais uma vez, primeiras cadeiras no Teatro Guararapes, para contemplar a peformance do Dire Straits Legacy, celebrando as canções que amo, através de quem entende e fez parte da história da banda!🎸🎸🎸🎸


Brunno Nunes.


domingo, 18 de novembro de 2018

Down the Road Wherever- Impressões





Down the Road Wherever é o mais novo registro de Mark Knopfler, seu nono álbum de estúdio em carreira solo. Lançado em 16 de novembro de 2018, o ábum conta com 14 faixas e pelo menos 6 faxias bonus que estão disponiveis apenas no box ou na versão delux.

1. "Trapper Man" 6:00
2. "Back on the Dance Floor" 5:30
3. "Nobody’s Child" 4:16
4. "Just a Boy Away from Home" 5:12
5. "When You Leave" 4:12
6. "Good on You Son" 5:37
7. "My Bacon Roll" 5:35
8. "Nobody Does That" 5:15
9. "Drovers' Road" 5:05
10. "One Song at a Time" 6:17
11. "Floating Away" 5:02
12. "Slow Learner" 4:34
13."Heavy Up" 6:00
14. Matchstick Man" 2:52

Rear View Mirror [Bonus Track]
Pale Imitation [Bonus Track]
Every Heart In The Room [Bonus Track]
Don’t Suck Me In [Bonus Track]
Sky And Water [Bonus Track]
Back In The Day [Bonus Track]
Drovers’ Road [Bonus Track]


 Eu vou deixar as minhas primeiras impressões sobre

Down the Road Wherever: A principio eu já elaborei Meu top 5, pelo menos para o momento: 

1-Every Heart In The Room [Bonus Track]
2-One Song at a Time
3-Heavy Up
4-Trapper Man
5-Back On The Dance Floor

 Eu tenho ouvido o novo álbum esses dias no carro. Em relação aos álbuns anteriores de sua discografia, percebi que a maioria das músicas desse novo trabalho possuem uma marcante assinatura do Guy no formato e arranjos das canções, isso leva a musicalidade de Mark Knopfler para outra direção que se afasta do sonoridade clássica do mestre,  isso não me cativou com a profunidade de álbuns como Sailling to Philadelphia ou Shangri-la (meus dois prediletos de sua carreira solo), não é um álbum que possui aquele clima raiz Country do Ragpicker Dreans ou Celta como o Kill to the Crinson. Down the Road Wherever possui um aspecto ecletico presente no Shangri-la, porém, com mais ênfase. Se diferencia em muitos aspectos dos álbuns anteriores, uma presença marcante de metais, uma valorização a texturas sonoras dos anos 70 e 80, "Nobody Does That" é um exemplo que nos remete a algo de JJ Cale dos anos 70. Para além, ele está dando uma guinada para outra direção, modernizou algumas coisas, isso trouxe um novo sabor, não me agradou muito nesse aspecto, gosto muito mais do som clássico de MK, a meu ver o grande problema desse álbum é a produção, ele deu muito espaço para Guy nesse álbum e isso fez com que a sonoridade dele fosse levada para outro ambiente sonoro, espero que ao vivo isso ganhe uma outra textura.

Os licks e solos de guitarra não estão em seus melhores momentos, não há solos com aquele feeling e profundidade do solo de So Far From The Clyde, ou a doçura de um solo como Everybody Pays ou ao menos um solo no nível do solo de Our Shangri-La (o que não é exigir muito). Por outro lado, (pra compensar), as intervenções com os solos com slides nesse álbum, pelo menos pra mim, ele está no seu melhor momento, o que ele fez nesse sentido em Just A Boy Away From Home foi sem precedentes, é de fato lindo e genial.

 Não obstante, algumas músicas foram crescendo em mim com o passar dos dias, Drovers' Road e Every Heart in The Room são as minha prediletas, (pelo menos no momento) ambas, fazem parte dos bônus. Gostei mais das músicas que não possuem intervenções marcantes do Guy, são elas Nobody's Chile, Just a Boy Away..., When You Leve. Heavy Up achei bem divertida, creio que ela possa ficar no lugar de Postcards from Paraguai nos shows, adorei o clima alegre da canção, Sky and Water poderia está contida no álbum Golden Heart tranquilamente.

 No mais, as coisas vão se encaixando no seu devido tempo, agora é aguardar a nova turnê que deverá iníciar em Abril de 2019, já comprei meu ingresso para poder assistir um show do mestre, já que ele aqui não vem mais, eu estou me programando para ir a Portugal em 30/04/2019 e ter a experiência que me falta como Knopfleriano, tenho certeza que será emocionante, inesquecível e memorável!

  Brunno Nunes.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Considerações acerca da indução do Dire Straits no Rock & Roll Hall of Fame-2018



Saudações Knopflerianas!!!

Não poderia deixar de expressar minha opinião, como fã da banda, sobre a introdução do Dire Straits ao Rock & Roll Hall of Fame 2018.

Logo quando foi lançada a votação das bandas que iram ser introduzidas na edição do Rock & Roll Hall of Fame 2018, eu e muitos outros fãs do Dire Straits começaram a votar no Dire Straits para que fossem introduzidos, fiz isso na esperança de ver minha banda preferida reunida por uma causa nobre, a sua história e sua obra, tenho certeza que esse foi o pensamento da maioria. Mas, não demorou para nos depararmos com o silêncio de Mark Knopfler, um silêncio estranho, afinal, sua homepage oficial anunciou que a banda seria induzida. Não irie entrar no merito das razões que levaram Mark Knopfler se manter ausente na cerimônia, bem como não declarar absolutamente nada a respeito, se fez certo ou errado, isso a História dirá.

Fato é que isso levou a uma divisão de opiniões entre os fãs e mais fieis seguidores, uma parte acha que ele foi mediocre e egoísta, pois não pensou nas pessoas que votaram na banda que o fez famoso, foi considerado uma ingratidão da parte dele o não comparecimento em um ato público como esse. Outra parte defende que ele fez certo em não comparecer, que está sendo honesto consigo mesmo, uma vez que não olha para o passado e que como artista, não deve nada ao seu público, pois não obriga ninguém a comprar seus álbuns e irem em seus shows.

Particulrmente eu acho isso radical, prefiro outra perspectiva, a de que a história da banda é algo maior que as diferenças entre os membros da banda e que Mark deveria deixar de lado qualquer diferença e se juntar com o seu irmão, membro fundador, assim como John e Pick, e junto a Alan Clark e Guy tocarem algumas canções e estariam deixando uma marca muito bonita na altura de sua trajetória. Lamentavelmente não foi isso que ocorreu!

A forma como sucedeu, seria mais sensato se nenhum deles se fazem presentes, assim como fez Mark Knopfler. Seu irmão acabou não comparecendo depois que o evento não cumpriu o que havia prometido, custear suas passagem e demais despesas. A maneira tosca como foi feita a introdução do Dire Straits no RHF foi de forma ardilosa, ninguém introduziu a banda, tendo John que fazer isso por conta própria, escreveu uma "colinha" numa folha de papel em 15 min... A maneira como tudo aconteceu lá, nada foi por acaso, na verdade, tudo aparenta ter sido programado para ser uma tentativa deliberada de punir o Dire Straits porque Mark não compareceu.



Foi desprezível a forma como agiu esta instituição para com o Dire Straits, eles não apenas puniram a banda, mas nós, seus fãs. Por outro lado, ver parte da banda sem seu membro mais importante presente foi algo estranho, e que exprime um certo vazio. Não obstante, John Illsley é um lord, ele sempre foi a cola que manteve a banda unida, fez seu papel de forma brilhante, já que estava presente nessa ocasião, o discurso dele foi recheado de sinceridade e gratidão para com todos os que fizeram parte do Dire Straits, bem como para os fãs da banda. Mas, vendo o vídeo, é notável que há algo de desconfortável entre eles, principalmente entre Alan e Guy. Enfim, já aconteceu, tá registrado na História e fica essa imagem que denota um certo vazio, nem precisa explicar a razão, por isso mesmo que eu fico com aquela máxima do tudo ou nada. Não vejo sentido nessa imagem, eles deveria fazer como Mark, David e Pick, recusarem se fazer presente.




Mas, o que importa mesmo é que o Dire Straits vendeu cerca de 100 milhões de cópias de álbuns de música de extrema qualidade, não precisa ser "introduzido" no Rock and roll hall fama, eles já escreveram um dos melhores capítulos da música contemporânea, além de que, RHF perdeu muito de seu prestígio durante os anos.



Dire Straits hoje é John Illsley, ele é quem respira a banda e ainda está com todo pique e traz consigo o sabor do Dire Straits, presentes em seus mais recentes álbuns e seus shows. A ele, todo meu respeito e admiração!

Brunno Nunes.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Analogias sobre o On The Night- (Revisada)



11 DE MAIO DE 2009 eu publiquei esse artigo sobre o On The Night, contudo, agora estou postando novamente, pois fiz algumas novas descobertas e achei que poderia ser interessante compartilhar esses detalhes que descobri. Aqui está, revisada.




Gostaria de abrir esse espaço para analisar alguns aspectos interessantes e incoerentes desse show, em relação aos lançamentos oficiais da banda.

Confiram o que está por trás do On The Night.


Primeiramente, sabemos que é um show mutilado, aqui está o aspecto incoerente, afinal, não existe um show do Dire Straits que eles não tenham tocado Sultans of Swing, e o On The Night peca na ausência de músicas que sempre estiveram presentes no set list da OES Tour, músicas como SOS, Tow Young Lovers e Telegraph Road ou (Tunnel of Love).
Isso é algo lamentável, por  ser um lançamento oficial da banda, o On The Night não mostrou a realidade na íntegra de um show da On Every Street Tour, ficaram de fora as (então) novas roupagens de clássicos citados acima!

No entanto, a desculpa de Mark Knopfler para esse fato não foi nada convincente, dizer que a ausência de SOS, Tow Young Lovers e Telegraph Road ou (Tunnel of Love) deve-se ao fato de já estarem contidas no show Alchemy, lançado em 1984, não convece, afinal, o Dire Straits tem uma característica brilhante, a cada turnê acrescentar novos arranjos nas canções, mudando sempre a dinâmica, sem perder a magia e do Alchemy para o on the Night muita coisa mudou na estrutura da banda, além da evolução dos músicos e consequentemente das canções!




Gostaria de chamar atenção para os seguintes detalhes , justamente para se ter uma ideia do panorama de como poderia ser se o On The Night fosse lançado fruto de um show na integra:

Fiz uma pesquisa em meus bootlegs da OES Tour, e acabei descobrindo que o On The Night foi produzido graças à filmagem de quatro shows e não de três shows como pensava-se antes:


Observei detalhadamente esses quatros shows no decorrer de alguns dias e cheguei às seguintes conclusões:

O On The Night é fruto de dois shows em Nimes e dois shows Rotterdam, ambos em Maio de 1992.

Observem abaixo as faixas contidas no show On the Night e de quais shows foram escolhidas para montagem desse álbum:


Les Arenes, Nimes FRA 20. 05.92 [3, 4, 5, 6, 7, 8]
Les Arenes, Nimes FRA 21. 05.92 [
1]
Feyenoord, Rotterdam HOL 30.05.92 [,2,13]
Feyenoord, Rotterdam HOL 31.05.92 [9, 10, 11,12]

Como vocês podem ver, a maioria das músicas foram retiradas do show em Les Arenes, Nimes FRA 20. 05.92*, seis músicas (o que aumenta ainda possibilidade desse show ter sido filmado completo), em seguida vem o show em Feyenoord, Rotterdam HOL 31.05.92 com quatro músicas.


No final, em cada um desses shows havia câmeras registrando o concerto, não sabemos se foram filmados completos, por enquanto estou no campo da especulação nesse aspecto, mas pelo menos tenho algumas certezas! 

Vejamos agora o set list real de cada um esses shows:



Les Arenes, Nimes FRA 20. 05.92

Calling Elvis
Walk of life
Heavy fuel
Romeo and Juliet
The bug
Private investigations

Sultans of swing
Your latest trick
When it comes to you
On every street
Two young lovers
Telegraph road
Money for nothing
Brothers in arms
Solid rock
Wild theme




Les Arenes, Nimes FRA 21. 05.92


Calling Elvis
Walk of life
Heavy fuel
Romeo and Juliet
The bug
Private investigations
Sultans of swing

Fade to black
When it comes to you

On every street
Two young lovers
Telegraph road
Money for nothing
Brothers in arms
Solid rock
Wild theme



Feyenoord, Rotterdam HOL 30.05.92
Calling Elvis

Walk of lifeHeavy fuel
Romeo and Juliet
The bug
Private investigations
Olé, Olé
Sultans of swing
Your latest trick
I
 think I love you too much
On every street
Two young lovers

Tunnel of love
Intro Money for nothing
Money for nothing

Wild theme


Feyenoord, Rotterdam HOL 31.05.92

Calling Elvis
Walk of life
Heavy fuel
Romeo and Juliet
Private investigations
Olé, Olé
Sultans of swing
Your latest trick

You and your friend
On every street
Two young lovers
Telegraph road
Money for nothing
Brothers in arms
Solid rock



Observem que em cada um desses shows temos a presença de músicas raramente tocada ao vivo como no caso do show em
Nimes 20.05.92 temos a rara“When it comes to you”, o show do dia seguinte, Nimes 21.05.92 conta com "Fade to black", além de When it comes to you, em Feyenoord, Rotterdam HOL 30.05.92 é muito especial, temos a presença de “I think I love you too much” e “Tunnel of Love”, (música que foi ganhando menos espaço no decorrer da turnê, sendo substituída por Telegraph Road), o show do dia seguinte, Feyenoord, Rotterdam HOL 31.05.92 temos a fantástica "You and your friend", (Pelos menos eles pouparam essa pérola e disponibilizaram no On the night, considero o ponto alto desse álbum, pois foi a única raridade que preservaram para o On The Night, diante de outras raridades destacadas acima e que ficaram de fora!)
Enfim, sempre que penso nesses dados a respeito desse álbum, existe algo que paira em minha mente... se em cada um desses quatro concertos haviam câmeras registrando o concerto, então será que existem os registros completos de cada um desses shows?

É interessante notar que há alguns overdubs notórios durante o que é apresentado no lançamento oficial, algumas falas de Mark Knopfler antes de algumas canções foram retiradas, bem como foi adicionado overdubs de falas em certos momentos como em 2:58 do show, em Calling Elvis, no lançamento ofical Mark daá um grito de cumprimento a plateia, mas, não realidade ele não fez isso na gravação original, é fruto de overdub.  Canções como Calling Elvis e Money For Nothing foram notávelmente "enxugadas", cortaram algumas partes dessa duas canções, (overdubs), de maneira que no On the Night, essas canções não estão na íntegra como na gravação em aúdio nos respectivos bootlegs. Les Arenes, Nimes FRA 21. 05.92 e Feyenoord, Rotterdam HOL 31.05.92. ( O mesmo ocorre com álgumas músicas no Alchemy, eles costumam "enxugar" algumas canções, falas de Knopfler são retiradas, além de algumas passagens instrumental, ver Romeo and Juliet no Alchemy lançamento oficial e bootleg 1983.07.23 - Last Night at the Hammersmith.)

Imaginem só a possibilidade de poder assistir esses shows na íntegra, contemplar em vídeo uma versão de Tunnel of love em plena OES Tour, When it comes to you, Fade To Black ou I think I love you too much, com a qualidade de vídeo e imagem do OTN? Seria incrível!!!

Ainda bem que existem shows transmitidos pela TV como o Basel 28.06.92 e o Nimes 29.09.92, pois podemos apreciar músicas que ficaram de fora do On The Night como SOS, Tow Young Lovers e Telegraph Road. 

Basel 28.06.92 e o Nimes 29.09.92 mostram fielmente um show da OES Tour, ao contrário do On The Night, que além de ter sido montado tendo como alicerce quatro shows, foi mutilado, observem que até a versão de Money for Nothing do On the Night teve sua introdução (onde a banda tem um momento de descontração com a platéia) e o final (onde existe um solo de bateria) cortados! ¬¬


O set list do Basel 28.06.92 e o Nimes 29.09.92 são iguais, seria maravilhoso se houvesse a presença da linda Tunnel of Love em um desses shows, já que não esteve presente no show On The Night, “pelo menos no lançamento oficial!” =(


Será que um dia esses shows iriam estar disponíveis, acho difícil, mas não custa nada sonhar, ainda mais quando existem grandes chances desses registros existirem! ^^

Brunno Nunes.




quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Dire Straits foi nomeado para o Rock of Roll Hall of Fame 2018.



Saudações Knopflerianas











Nossas lendas finalmente no Rock of Roll Hall of Fame 2018!

A partir de 5 de outubro e continuando até as 11:59 pm EST, em 5 de dezembro de 2017, os fãs podem visitar o Rockhall.com/vote para votar para quem eles acreditam serem mais merecedores de indução.

Os cinco melhores artistas selecionados incluirão uma "cédula de fãs" que será computada junto com as outras cédulas para escolher os ingressados ​​em 2018.

Os fãs precisarão fazer o login com uma conta no Facebook ou enviar um e-mail para votar e a votação é limitada em um voto por dia. A lista dos ingressados ​​em 2018 será anunciada em dezembro e a cerimônia de Invasões do Rock and Roll Hall of Fame 2018 será realizada em Cleveland, no dia 14 de abril. A HBO transmitirá a cerimônia com detalhes de transmissão para serem anunciados mais tarde.




Como vocês viram, é possível votar todo dia, então, vamos nos mobilizar em prol dessa causa e garantir que nossa querida banda seja  homenageada no Rock of Roll Hall of Fame 2018.



https://www.rockhall.com/fan-vote/2018-fan-vote


Brunno Nunes.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Compartilhando minhas novas aquisições!!!


Saudações Knopflerianas!!!!!!


São maravilhas que estão sempre ao meu redor!






Minhas mais recentes relíquias, dois bootlegs duplos, um CD (LIVE IN SHEFFIELD 1982) e LP (DEMOS E RARITIES). Eu só posso dizer que a qualidade do material é de brilhar os olhos de qualquer fã, são como artefatos históricos, capsulas do tempo que congelam momentos históricos de uma das maiores bandas do planeta.

LIVE IN SHEFFIELD 1982 é basicamente o primeiro registro ao vivo da turnê do 4º álbum de estudio do Dire Straits- (Love Over Gold), o álbum é tocado na íntegra, é o começo de um novo capitulo da banda, muito atmosférico e nos brinda com versões incríveis das canções contidas no setlist, novas texturas sonoras, logo, um novo sabor, uma nova experiência sonora.


DEMOS E RARITIES nos mostra o embrião do Dire Straits, as primeiras gravações que a banda fez antes mesmo de gravarem o seu primeiro álbum, quando ainda não eram conhecidos em seu próprio país. Aqui está a lendária fita com as demos que foi enviadas para o Dj Charlie Gillett da BBC, em seu programa no rádio, chamado de "Honky-Tonk", foi ai que tudo começou, 27/07/1977. Para além, há algumas outras gravações raras, besides que só quem é grande fã sabe extrair o melhor desse material, e o melhor, tudo com aquele sabor de vinil, ouvir isso não tem preço!

É um brinde que faço de fã para fã!











Brunno Nunes.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Dire Straits Legacy- alguns vídeos- Recife- 13/05/2017


Alguns vídeos de uma noite maravilhosa em Recife com o Dire Straits Legacy!



O fã mais empolgado e entusiasmado da plateia, Rsrsrs!!! ^^



Mais um clássico muito bem contemplado e registrado por meu brother, Yuri Rogers!!!!



Clássico do primeirão de 1978!!!!


Eu gravei o show completo em áudio, tenho um bootleg na íntegra, em breve irei editar e quem sabe eu poste para aqueles que lá estiveram.

Brunno Nunes.



segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dire Straits Legacy- Recife- 13/05/2017- No Backstage com as lendas!



Justamente no mês em que o Blog Universo Dire Straits está completando 10 anos de existência, eis que de repente uma parte significativa do Dire Straits chega pela primeira vez em terras brasileiras, um time com quatro ex-integrantes, como uma grata surpresa, e por que não, um precioso presente para todos aqueles que sabem apreciar o legado do Dire Straits?

Segundo minha perspectiva, Dire Straits Legacy é uma impecável banda tributo ao Dire Straits, luxuosamente marcada com a presença de ex membros, capazes de recriarem algumas canções, atualizando-as com muita categoria, eles são parte da história e construção do Dire Straits.

 Acredito que é desnecessário ressaltar a fundamental importância de Alan Clark para a musicalidade do Dire Straits, ele foi um integrante chave que mudou definitivamente a sonoridade da banda, desde de sua entrada em 1980, elevando a banda para um patamar sem precedentes. Isso é factual, exceto, para o fã desatento, acostumado a só exerga o Dire Straits resumido únicamente ao Mark Knopfler.

Não irei problematizar essa questão, cada um possui sua visão e opinão de fã, mas, deixando o ortodoxismo alheio de lado, antes de começar a falar de minha experiência, eu gostaria de ressaltar a importância da iniciativa de Marco Caviglia por reúnir Alan Clark, Phil Palmer, Danny Cummings e Mel Collins para essa 1º turnê pelo Brasil. Em 2013 a banda fez algumas apresentações pela Europa com outros ex membros como o baterísta Pick Withers (membro fundador), o guitarrista da era do Brothers in Arms, Jack Sonni e contou a ter a participação de outro membro fundador, o baixista John Illsley. 
Marco Gaviglia é o responsável por juntar esse encontro musical e dessa forma, fazer o que toda banda tributo ou cover faz, trazer o sabor da sua banda querida, só que no caso do Dire Straits Legacy, tudo é mais intenso que qualquer tributo ou cover, pois, o diferencial está no fato de conter ex-membros do DS.

Pois bem, eu estive acompanhando toda a turnê pela internet, através de amigos fãs que me compartilharam suas alegrias e experiências de se fazerem presentes nos respectivos shows por onde essa turnê passou, não obstante, eis que minha hora havia chegado, lá estava eu me fazendo presente no último show dessa turnê, na capital de meu Estado, Recife-Pernambuco.

Por mais palavras que eu tente descrever esse momento, eu não conseguirei traduzir a real profundidade do que representou para mim, não em palavras, mas em sentimentos de gratidão, respeito e admiração. Esperei 20 anos por isso!

Não é todo dia que podemos ficar frete a frente com nossos heróis da música, ainda mais, tão perto de casa. Compartilharei com todos os que acompanham esse espaço, a minha felicidade de ter me feito presente nesse show no Classic Hal, sobretudo, a oportunidade que tive de conhecer pessoalmente alguns de meus heróis da música, foi algo muito emocionante para mim, lágrimas vieram, de muita felicidade.

Aqui estão algumas fotos desse momento inesquecível, foram momentos mágicos, eu conversei um pouco com cada um deles, todos foram muito gentis, verdadeiros gentlemans. Eu levei alguns ítens para serem autografados e gentilmente fui atendido.

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Just in the month that the Blog Universe Dire Straits is completing 10 years of existence, suddenly a significant part of Dire Straits arrives for the first time in Brazilian territory, a team with four former members, as a pleasant surprise, and for Not a precious gift to all those who know how to appreciate Dire Straits' legacy?

From my perspective, Dire Straits Legacy is an impeccable tribute band to Dire Straits, luxuriously marked with the presence of former members, able to re-create some songs, updating them with a lot of category, they are part of the history and construction of Dire Straits.

 I think it's unnecessary to underscore Alan Clark's fundamental importance for Dire Straits' musicality, he was a key player who definitely changed the sound of the band since its inception in 1980, raising the band to an unprecedented level. That is factual, except for the inattentive fan, accustomed to only exert Dire Straits summarized only to Mark Knopfler.

I will not question this question, each one has his vision and fan opinion, but leaving aside orthodoxism aside, before beginning to speak about my experience, I would like to emphasize the importance of Marco Caviglia's initiative to bring together Alan Clark, Phil Palmer, Danny Cummings and Mel Collins for this 1st tour through Brazil. In 2013 the band made a few presentations across Europe with other former members such as drummer Pick Withers (founding member), Brothers In Arms era guitarist Jack Sonni and featured another founding member, bassist John Illsley.
Marco Gaviglia is responsible for joining this musical meeting and in this way, do what every tribute band or cover does, bring the taste of your beloved band, but in the case of Dire Straits Legacy, everything is more intense than any tribute or cover , Because the differential lies in the fact that it contains former DS members.

Well, I've been following the whole tour through the internet, through friends fans who shared their joys and experiences to make themselves present in the respective shows where this tour happened, nevertheless, behold my time had arrived, there I was Making present in the last show of this tour, in the capital of my State, Recife-Pernambuco.

As much as I try to describe this moment, I will not be able to translate the real depth of what it has represented to me, not in words, but in feelings of gratitude, respect, and admiration. I waited 20 years for this!

It is not every day that we can get freight forward with our heroes of music, even more, so close to home. I will share with all those who accompany this space, my happiness to have made myself present in this show at Classic Hal, especially the opportunity I had to personally meet some of my heroes of music, was something very exciting for me, tears came, from Much happiness.

Here are some photos of this unforgettable moment, they were magical moments, I talked a little with each one of them, all were very kind, true gentlemans. I took some items to be autographed and I was kindly attended to.



Ao lado da lenda viva.

Sem dúvidas, me encontrar com Alan Clark foi o momento mais emocionante. Só eu sei o quanto amo a sonoridade desse grande mestre das teclas, quantas e quantas vezes eu me sintonizei em sua musicalidade em estúdio e ao vivo, sempre criando preciosas atmosferas para o Dire Straits. Quando ele viu a minha camisa do álbum Love Over Gold, ele ficou admirado e me perguntou se era a original, eu disse que não, que havia encomendado um exemplar para mim há alguns anos, ele me disse que era rara, (provalmente ele deve ter visto uma dessa pela última vez na época da LOG tour-1982-1983.) Evidentemente, eu não perdi a oportunidade de dizer-lhe que era o meu álbum predileto de estúdio, ele mesmo me disse que era um grande álbum!
Que honra!!!
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Without a doubt, meeting with Alan Clark was the most exciting time. Only I know how much I love the sonority of this great master of the keys, how often and how many times I tuned in his musicality in studio and live, always creating precious atmospheres for Dire Straits. When he saw my shirt from the album Love Over Gold, he was amazed and asked me if it was the original, I said no, he had ordered a copy for me a few years ago, he told me it was rare, (probably he should Having seen one of this for the last time in the LOG tour-1982-1983.) Of course, I did not miss the opportunity to tell him that it was my favorite studio album, he even told me it was a great album!
What an honor!!!




(Minha noiva dividindo esse precioso momento)
(My bride sharing this precious moment)



Ao lado do primeiro saxsofonista do Dire Straits, o lendário Mel Collins, participou da turnê do Love Over Gold em 1982/1983 do Dire Straits que culminou do classio show ALCHEMY, além de membro fundador do  King Crimson. No palco, ele é um showman, fez belíssimos arranjos em várias músicas no show em Recife, pessoalmente percebi uma aura de muita alegria no mesmo, quando pedi para autografar o dvd Alchemy, ele sorrio e disse "This is a great album!", - eu concordei plenamente com ele. - =)
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Alongside the first saxophonist of the legendary Dire Straits, the legendary Mel Collins, participated in the 1982/83 Love Over Gold tour of Dire Straits culminating in the ALCHEMY show class, as well as a founding member of King Crimson. On stage, he is a showman, he made beautiful arrangements in several songs at the show in Recife, personally I noticed an aura of great joy in it, when I asked to autograph the Alchemy dvd, he smiled and said "This is a great album! I fully agreed with him. - =)











Ao lado do simpaticíssimo Danny Cummings,  percussionista do álbum On Every Street e respectiva turnê, 1991/1992. Quantas e quantas vezes eu assisti os shows On The Night, Basel 92, Nimes 92 e curti momentos maravilhosos como o solo de percussão e bateria em Calling Elvis, ou a introdução de Your Latest Trick, ou sua passagens no solo de Telegraph Road... além de sua participação na carreira solo de Mark Knopfler entre 2005 e 2010. Quando me viu, deu aquele grito, Brunno Nunes... =)

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Next to the very nice Danny Cummings, percussionist of the album Every Every Street and respective tour, 1991/1992. How many times I watched the concerts On The Night, Basel 92, Nimes 92 and enjoyed wonderful moments like the percussion solo and drums in Calling Elvis, or the introduction of Your Latest Trick, Telegraph Road .. And his participation in the solo career of Mark Knopfler between 2005 and 2010. When he saw me, he gave that scream, Brunno Nunes ... =)


Momento quando me viu, deu aquele grito, Brunno Nunes... 
Foi surreal! ^^

Moment when he saw me, he gave that cry, Brunno Nunes ...
It was unbelievable! ^^


Ao lado desse grande guitarrista, Phil Plamer, seu currículo dispensa maiores comentários, pra tocar ao lado do Mark Knopfler no Dire Straits, além de tocar com outros nomes como Eric Clapton, Eros Ramazzotti,Tina Turner, Bob Dylan... Sua participação na última turnê do Dire Straits foi marcante.
Foi sensacional ter alguns minutos de sua atenção, assim como a de todos eles, tantas e tantas vezes eu assisti com grande alegria esses grandiosos músicos através da telinha...

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Alongside this great guitarist, Phil Plamer, his resume calls for no more commentary, to play alongside Mark Knopfler at Dire Straits, and to play with other names like Eric Clapton, Eros Ramazzotti, Tina Turner, Bob Dylan ... Dire Straits' last tour was remarkable.
It was sensational to have a few minutes of your attention, just like the one of them all, so many times I watched with great joy those great musicians through the tv.



Saudá-los, e dizer que são muito especiais para mim foi a culminação de toda minha trajetória como fã de ambos!

Greet them, and say they are very special to me was the culmination of my entire career as a fan of both!




E por essa razão, minha eterna gratidão ao Marco Caviglia, sem ele, nada disso seria possível. Muito obrigado por tudo, eu nunca esquecerei, guardarei pra sempre cada segundo ao lado de meus heróis, isso eu devo a você. Se voltarem 10 vezes, 10 eu estarei lá, acredite, assisti-los ao vivo foi um privilêgio, uma verdadeira celebração do legado do Dire Straits!

Fraternalmente

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And for that reason, my eternal gratitude to Marco Caviglia, without him, none of this would be possible. Thank you so much for everything, I will never forget, I will always keep every second beside my heroes, this I owe to you. If they come back 10 times, 10 I'll be there, believe me, watching them live was a privilege, a true celebration of Dire Straits' legacy!

Fraternally


Brunno Nunes.

domingo, 7 de maio de 2017

Dire Straits Legacy - Jesus Street (New Song) live in Brazil- 2017





Dire Straits Legacy lançando seu primeiro single aqui no Brasil, em sua turnê que passará por 5 cidades.

Eu gostei da canção, muito agradável, boa atmosfera!

Jesus Street está disponível no iTunes desde 5 de maio!
 Jesus Street is available on iTunes since May 5!

Aguardo a chegada deles em Recife para o último show dessa turnê pelo Brasil!!!

Brunno Nunes.

Dire Straits

Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979