domingo, 6 de novembro de 2016

Heavy Lero - DIRE STRAITS - apresentado por Gastão Moreira e Clemente Nascimento






Não é todo dia que temos a felicidade de encontrar algo como esse feito . Assisti e foi sensacional, muito obrigado, Gastão, Clemente e equipe, vocês fizeram um excelente trabalho, se tivesse um botão pra curtir 10 vezes eu curtiria 100 vezes!!!

Altamente recomendado!!!!

Eu já estou inscrito, e sugiro aos amantes do bom e velho Rock and Roll a conferirem e se inscreverem no canal Kazagastão - KZG, quem lembra do programa Musikaos- tv Cultura, apresentado por Gastão, saberá que a qualidade é garantida.

https://www.youtube.com/user/heavylero1/videos


Brunno Nunes.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

34 anos do lançamento do álbum- Love over Gold.







No dia 20/09/1982, há 34 anos  era lançado o mais atmosférico e ousado álbum do Dire Straits, Love Over Gold. 40 minutos e 59 segundos de pura magia envolvida em uma atmosfera musical celestial.

Os quatorze minutos " Telegraph Road " passou a se tornar um favorito no rádio FM em todo o mundo. O álbum alcançou o # 1 na parada de álbuns na Austrália, Áustria, Itália, Nova Zelândia, Noruega e Reino Unido, e # 19 nos Estados Unidos. Love Over Gold mais tarde foi certificado ouro nos Estados Unidos, platina na França e na Alemanha e dupla platina no Canadá e no Reino Unido.
Dois modos drasticamente diferentes dominam esse álbum. forte e ardente (como o relâmpago na capa);  outro é suave e sedutor.

 Esse aspecto é particularmente explícito em "Private Investigations", uma balada longa e incomum em que Knopfler desempenha um detetive particular endurecido por uma vida de vasculhar a "sujeira" alheia. Ao longo de um jogo de sintetizador discreto, uma borbulhante marimba e um delicado violão, ele resmunga em seu copo de uísque como Bob Dylan em um casaco: "You get to meet all sorts in this line of work, Treachery and treason There's always an excuse for it,". Em seguida, John Illsley soa um aviso tranquilo, com uma linha de baixo perseguindo antes da música eclodir em explosões dramáticas de "tiros" de guitarra e um trágico som tocando pelo piano de Alan Clark. Uma dicotomia entre o amor e a dor.

 A meu ver, essa é uma das maiores obra-prima já ofuscada no mundo da música, além da carreira de Knopfler e Dire Straits como banda.

Estamos completando duas décadas do século XXI e poucas coisas no meio musical do começo desse século chegam perto de uma obra prima como essa!

1. "Telegraph Road"   14:20
2. "Private Investigations"   6:47
3. "Industrial Disease"   5:50
4. "Love over Gold"   6:18
5. "It Never Rains"   8:00

Para quem gosta de algo sonoramente refinado, regado de uma distinta elegância é só dar o play e deixar a magia acontecer!

Brunno Nunes.

A imagem do Dire Straits.


Eu fiz uma atualização de um tema que eu havia abordado aqui no blog há mais de dois anos, cujo o título era ("Dire Straits não foi obra exclusiva de Mark Knopfler.") e não estava satisfeito com minha abordagem. Agora venho trazer uma outra abordagem, mais adequada com o que eu realmente queria de debater na ocasião, a fim de trazer mais reflexão a nossa amada e querida banda!

Afinal, quem eram os Dire Straits?

É com essa abordagem, (talvez polêmica para alguns), que venho trazer luz a um aspecto que  me inquieta há um bom tempo, a maneira como a mídia trabalhou a imagem do Dire Straits focando 99% na figura de Mark Knopfler.
É fato que ele é o componente mais essencial para o sucesso da banda, pois é o compositor, cantor, guitarrista solo, e líder da banda, um musico completamente diferenciado em sua arte. Mas, quando olhamos para bandas como, Queen, Led Zeppelin, The Police, Rush, Beatles, Pink Floyd, necessariamente não pensamos apenas no vocalista, a maioria das vezes pensamos em mais de um componente dessas bandas, quase que imediatamente e de fato, a julgar pelas entrevistas que tais bandas davam na tv, 90% das ocasiões, seja em uma coletiva de imprensa, ou em programas de entrevistas, a maioria das vezes estava ou a banda completa, ou 50% dessas bandas estavam presentes, curiosamente, não é o caso do Dire Straits, quando a maioria das vezes, a banda era representada apenas por Mark Knopfler, aqui estão alguns exemplos:











LIVE AID 1985: https://www.youtube.com/watch?v=8emrGa-ukGE





(No Late Night with Letterman Sho- 1985, estranhamente ele se apresentou sozinho tocando Expreso Love sem o Dire Straits)







Aqui está o contraponto. 







Isso mostra que nesse período inicial da banda, havia uma visão mais em torno de banda, e não como se tornou com o tempo, basicamente como a "banda de apoio" do Mark Knopfler.

Há um aspecto e torno do Dire Straits que se assemelha com a banda Creeedence Clearwater Revival, banda que só tinha um compositor, John Fogerty,  talvez por isso, que assim como o Creedence é sinônimo de John Fogerty, Dire Straits é sinônimo de Mark Knopfler, asism é para a grande maioria e não vejo como ser diferente, porém, eu não deixo de perceber a importância de determinados membros que passaram pelo Dire Straits e deixaram suas marcas e preciosas contribuições que deram formato ao som da banda, seja em estúdio e principalmente ao vivo, durante as variadas turnês.


É nesse sentido que para mim o Dire Straits não foi obra única e exclusivamente de Mark Knopfler, não vejo a banda dessa maneira como muitas pessoas!


O Dire Straits foi uma banda bastante incomum desde sua criação, eles tinham tudo para não darem certo, porém, deram certo e venderam mais do que qualquer banda punk, que era a bola da vez no final dos anos 70.




A meu ver, a sonoridade do grupo deve-se não apensas ao talento e genialidade inquestionável de Mark Knopfler, mas sempre percebi que trata-se da junção de outros elementos, se assim não fosse, a carreira solo de Knopfler seria a mesma sonoridade do que foi com o Dire Straits, as configurações existentes dadas as formações da banda, deram emoções e sabores distintos as canções.

A meu ver, a primeira formação da banda é a base de tudo o que o Dire Straits se tornou. O processo de criação musical do grupo, sempre andou de mãos dadas com o toque de músicos notáveis que estiveram na banda. Nos primeiros anos 77/79, existia algo que identifico como a sonoridade muito distinta de todas as fases da banda, o som das fenders, a química no palco dos irmãos Knopfler, a doçura e sutilezas das baquetas de Pick Whiters  algo que foi essencial para soar daquela maneira, o segredo estava na unidade e não somente em Mark Knopfler!






Além do líder da banda, sem dúvidas, o músico de maior destaque na formação original é Pick Withers, um baterista único, dono de um estilo singular de tocar bateria, ele tinha originalidade, sutileza, uma sensibilidade incrível em todas músicas do Dire Straits que ele tocou. Podemos pensar, além da guitarra de Mark Knoplfer, o que seria de Sultans of Swing em estúdio, sem o contributo de Pick Withers? Quanto ao John, apesare de não ser um baixista extraordinário, a história mostra que ele  cumpriu muito bem o seu papel na banda, John e Mark Knopfler formavam um grande time, tanto que foram até o fim em 92!

Enfim, a ideia de que Dire Straits é Mark Knopfler e Mark Knoplfer é Dire Straits nunca me convenceu em sua forma literal, são propostas musicais completamente diferentes, há toda uma formula (jeito) de se criar canções muito distintas em ambos os víeis, cada um com sua particularidade, contudo, olhando a obra toda, percebe-se claramente que há uma evolução nas composições das letras (tendo em vista a carreira solo), por outro lado, parece haver uma inversão quanto ao quesito (guitarra), como se a mesma perdesse substancialmente ênfase e os holofotes fossem jogados para outros instrumentos, hoje podemos perceber uma flauta muito presente em seus shows, que muitas vezes não funcionam (a meu ver) em determinadas canções como What It Is, (em termos de instrumentação, prefiro as versões da STF tour 2001, violino sim é o casamento perfeito pra esta canção),Telegraph Rod... mas ai já é outra história é um ponto de vista particular! 

Não obstante, Mark Knopfler sempre foi e é a alma do Dire Straits, só que a alma precisa de um corpo, o corpo foi o conjunto inteiro, cada um dando o melhor de si, e assim foi como tudo começou!

 
Penso que na fase inicial do dire straits (os dois primeiros álbuns), notadamente foi marcada por uma abordagem  mais intimista, a proposta inicial do grupo era inovar a música inglesa, trazer o que tinha de melhor nos guetos londrinos, misturada a uma sonoridade Americana, vide a invasão Americana que influenciou e continua a influência todo o mundo . Sem dúvidas que a influência cultural de Mark traçou os passos subsequentes da banda. A inclusão de alguns instrumentos como sintetizadores, pianos em 1980, saxofone a partir de 83, marcaram um novo salto quântico musical na banda, e isso foi dando a tônica durante a trajetória da banda, basta analisar as evoluções musicais de varias canções e suas transformações durante o tempo de vida da banda, como verdadeiro alquimista em seu castelo chamado Dire Straits, Knopfler elaborou uma obra regada de grande maestria, mas para isso soar como tal, ele não estava só, sempre esteve com os músicos certos para conduzir sua obra. (Nunca se vence uma guerra lutando sozinho. Raul Seixas).  


Dessa forma, o dire straits teve diversos momentos: 1) Final da década de 70 - funcionava como uma verdadeira unidade; 2) década de 80 - complexificação da obra, com inclusão de instrumentos como teclados, sintetizadores, saxofone, flauta, trazendo novas propostas musicais, presença de bateria eletrônica na BIA 85/86 ; 3) Década de 90 - um universo ainda mais amplo no contexto instrumental, com a entrada de um novo elemento musical, o Lap Steel, além de uma percussão extra, Dire Straits na altura de sua última turnê mundia era uma banda que se equivaleria a qualquer dinossáurio do rock, possivelmente, análogo ao que soava o Led Zeppelin em sua última turnê em 1980.

Outro aspecto que não irei aprofundar, mas apenas trazendo para refletir, não podemos esquecer dos músicos que contribuíram para a grandiosidade da obra da banda, vide os dois últimos álbuns de estúdio, Brothers In Arms:
Omar Hakim – drums
Michael Brecker – tenor saxophone
Randy Brecker – trumpet
Malcolm Duncan – tenor saxophone
Neil Jason – bass on "One World", "Your Latest Trick" and fretless bass on "Why Worry"
Tony Levin – bass
Jimmy Maelen – percussion
Michael Mainieri – vibraphone
Dave Plews – trumpet
Sting – backing vocals 

On Every Street:

Danny Cummings – percussion
Paul Franklin – pedal steel guitar, acoustic lap steel 
Vince Gill – guitar, backing vocals 
Manu Katché – percussion, drums 
George Martin – conductor, string arrangements 
Phil Palmer – guitar
Jeff Porcaro – drums, percussion

Ao fã desatento, admira-lhe o fato de Sultans of Swing e On Every Street pertencer a mesma banda e isso se deu, fundamentalmente pela marcante metamorfose sonora que a banda sofreu com a perda de David, bem como as passagens dos bateristas, Pick e Terry, (que ambos dão sentidos e sabores muito distinto as canções). Não podemos nos esquecer do homem dos teclados e Pianos e Sintetizadores, Alan Clark, que vem definir de forma substancial o som da Dire Straits. Quem acompanhou o trabalho solo de Knopfler, sabe que a temática foi gradativamente mudando com o passar do tempo, Mark quase nunca escreve letras e nem tão pouco melodias no estilo inconfundível do Dire Straits, a mais perto que fez (propositalmente) foi What it Is, para além, Beryl, é certo que há alguns lampejos, o fato é que  os “ecos” mais abundantes do DS em sua carreira solo estão no Golden Heart evidentemente, afinal, é seu primeiro álbum solo.

Outro ponto de vista, referente ao tópico, é que no Dire Straits, determinadas músicas possuem algo que remete a personalidade de algum membro ou momentos onde eles se destacam.
Por Exemplo:


(Walk Of Life, Tow Young Lovers, Wild West End)= Jack Sonni  é a cara dele, basta assistir o clip ou ver as brincadeiras que Mark tira com ele no show em Sidney 86!

(Solid Rock, SOS, Twistting by the Pool, MFN) = Terry Williams, a energia que ele traz)





(Six Blad Knife, Private Investigations)= John Illsley e aquela marcação do baixo, envolvente.

(Your Latest Trick, Romeo and Juliet, On Every Street)= Chris White, com um sax impecável, fazendo dessas, clássicos, indiscutivelmente ! 

(Wild West End, Down to the Waterline, Lions, Once Upon a time in the West, SOS, Single Handed Sailor)= David Knopfler, basta assistir o clip ou ver ela no chorus 78 ou rockpalst 79 e ver como o David brilha nessa música com sua guitarra base dando movimento na música inteira.

(Water Of Love,Setting me Up, Once Upon a time the West, Skateaway...= Pick Withers, com seu ritmo e swing incrível.

O álbum Love Over Gold inteiro é a cara do Alan Clark.

(You And Your Friend, On Every Street)= Paul Franklin com seu Pedal Steel Guitar, ele mostrou porque em vários momentos durante sua passagem na banda, mas essas músicas jamais seriam as mesmas sem ele.

(É evidente que esses exemplos são subjetivos e nada impede de alguém ouvir qualquer uma dessas canções e remeter há algum outro membro, o fato é que a primeira pessoa de cada canção é o próprio Knopfler, líder, compositor, cantor e guitarrista solo).



Não vejo esses aspectos e forma evidente e marcante na carreira solo, e olha que segundo o próprio Mark, os músicos que o acompanham em carreira solo, têm mais liberdade para por sua identidade sonora do que nos tempos do Dire Straits, talvez isso deva-se ao fato (CARISMA).

Vamos debatendo! ^^



Brunno Nunes.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Dire Straits- BREMEN 1979


Saudações Knopflerianas!!!

Aqui está um bootleg onde a banda estava prestes a iniciarem a turnê do Communique, que aconteceria oficialmente, somente em Maio de 1979. (Razão pela qual vemos a capa do primeiro álbum no palco do Rockpalast)  Esse show foi dois dias depois do famoso Rockpalast e conta com algumas raras canções como Angel of Mercy e uma versão de Nadine, música de um dos baluartes do bom e velho Rock and Roll., Chuck Berry.

Apesar da qualidade não ser muito boa, esse bootleg não deixa a desejar, é posssível qualquer grande fã da banda apreciar as versões tranquilamente. Infelizmente as canções Single Handed Sailor e Southbound Again não estão completas, mas, aqui, o que vale é a oportunidade de apreciar o registro.

Trata-se de um mergulho, uma viagem no tempo, rumo a essencia do Dire Straits, formação original. Eu amo esse formato e personalidade da banda, a sua essencia, um quarteto, e gostaria de compartilhar com todos os visitantes desse espaço, mais um documento.

Ítem de colecionador, fã de carteirinha da banda, assim como eu!










Raramente eu tenho postado Bootlegs no blog, no passado contribui muito dessa forma, mas, poucos comentários acerca, isso me deixou desmotivado, aprecio as percepções acerca dos bootlegs. Enfim... esse é um presente para alguns amigos Knopflerianos, para matar a saudade dessa sonoridade única que é o da formação original do Dire Straits. 

Ainda esse mês estarei trazendo algo especial da turnê do Golden Heart, de 1996, em comemoração a 20 anos da carreiera solo de Mark Knopfler, fiquem atentos!


Brunno Nunes. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Feliz aniversário, Mark Knopfler!!!!



Feliz aniversário, professor!! Vida longa, muita saúde e paz, o resto a gente faz! 
Que continues brilhando com o teu precioso trabalho, prestando esse grande serviço a boa música, a música honesta, tocante e inteligente, que satisfaz a alma de milhões de ouvintes, fãs e apreciadores das notas de sua guitarra e de suas canções. 

Que somos fãs!!!


Fraternalmente.

Brunno Nunes

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Em busca dos timbre ideais!


Saudações Knopflerianas!!!!

Aos meus estimados amigos e colegas guitarristas Knopflerianos.


Essa semana eu voltei a praticar um pouco de guitarra e estive timbrando meu modesto equipamento, em busca de um timbre limpo, clean, nos moldes do Dire Straits Early years 1978-1979.

Atualmente, meu equipamento é esse que estão nas imagens do vídeo slide:
Guitarra Condor Rx-20s- (2007)
AMP- Borne- Hollywood- G80
Behringer X-Vamp.


Enfim... fiquei feliz com o resultado, dada as as devidas proporções, um equipamento simples. Já me disse um grande amigo guitarrista de Recife, Arthur Brendler, a quem eu devo uma boa parcela em aprendizado da técnica Knopfleriana, " você aprendeu a tirar leite de pedra! E assim tenho feito! ^^





Por outro lado, não poderia deixar também de buscar algo a mais, então, na véspera do aniversário do Mark Knopfler, eu estive em sintonia com uma de seus maiores feitos em uma guitarra, o timbre da canção Money for NothingAquele riff clássico, marcante, inconfundível e desafiador, tanto na sua execução, quanto no timbre, (este último, talvez seja mais difícil).



Depois tentar e tentar encontrar essa bendita sonoridade e timbre, eu acredito que encontrei algo substancial, algo aproximado, dada as devidas proporções, meu modesto equipamento atual.

Enfim... gostaria da opinião de vossas percepções sonoras, pessoal que têm os ouvidos treinados! ^^

Não reparem muito na técnica, eu confesso que não estive interessado em mostrar a execução da música em si, existem muitos bons vídeos de guitarristas que fazem
bem melhor que eu esse riff, meu objetivo foi encontrar e curtir o timbre.


Em breve, partindo pra algo melhor, um equipamento mais robusto e é claro, melhorar a técnica fingerpicker, sei que falta muito ainda, tocar guitarra sem palheta é uma arte para poucos, tem o seu preço, e eu assumo esse valor! ^^


Brunno Nunes.

sábado, 6 de agosto de 2016

Comerciais de lançamento de álbuns do Dire Straits- 1985-1988-1986- 1992.







Aos amigos Knopflerianos, essas raridades!

1-Começando com um comercial sobre lançamento do álbum "Brothers in Arms" do Dire Straits, vídeo de 1986 exibido durante um show ao vivo no intervalo comercial pela Rede Bandeirantes de Televisão. Na época do comercial, o álbum já havia alcançado a vendagem de mais de 500.000 cópias!

2-Em seguida, Polygram - LP Dire Straits, Money For Nothing
Intervalo Rede Manchete- 17/12/1988

3- Polygram - LP Dire Straits, Money For Nothing- 1988, de algum país de língua inglesa.

4- Polygram - LP Dire Straits, Money For Nothing (Australian TV spot for Philips CD players with Dire Straits. From Betamax. Aired 9/2/1986)

5- Propaganda de TV no SBT do disco "On Every Street - Dire Straits" década de 90.

6- Philips commercial- Dire Straits- 1992.


Brunno Nunes.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Recortes de revista- Dire Straits e Mark Knopfler.



Aqui estão alguns recortes de revista sobre Dire Straits e Mark Knopfler que sairam aqui no Brasil e que fazem parte de minha coleção. São matériais das décadas de 80/90 e 2000.

Coisa de fã, quem é fã entende! ^^








Brunno Nunes.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Depoimento de Sérgio Dias Sobre Mark Knopfler SESC POMPEIA 2016.




Aqui está um depoimento exclusivo que o Sérgio Dias (eterno Mutantes) fez para mim, sobre Mark Knopfler.

O meu pai e meu tio estiveram no show dos Mutantes feito com a formação original do disco de 1974, intitulado,  "Tudo Foi Feito Pelo Sol", que ocorreu no SESC Pompeia, no dia 15/07/2016.

Sérgio Dias é meu guitarrista brasileiro predileto, é referência lá fora e não é a toa, sua obra com Mutantes e carreira solo dispensa maiores comentários, quem conhece sabe da genialidade desse grandioso músico. Acontece que eu pedi para meu pai, quando com Sergio Dias estivesse, perguntasse a opinião dele sobre Knopfler, algo mais ou menos surreal para mim, pois é a opinião de meu guitar hero número 1 brasileiro, sobre meu guitar hero número 1 mundial.

Como falam as boas línguas por ai... "Um mito sabe reconhecer outro mito."

Obrigado meu pai, obrigado Sérgio Dias!


Brunno Nunes.

Depoimento- Mito para Mito- Gilmour e Knopfler.



Para mim, no mundo da música não há nada tão forte e que geram emoções tão intensas como a arte desses dois guitarristas, meus dois preferidos de todos os tempos.

Aqui está a declaração de Gilmour sobre Knopfler.



" Mark tem um enorme talento. Algumas de suas músicas são brilhantes e seu estilo é único. Eu ainda sou um grande fã de seu primeiro álbum, mas eu ainda gosto das canções de todos os seus álbuns " Romeo and Juliet " é muito comovente, " Brothers in Arms " é surpreendentemente Boa. Eu também gosto das trilhas sonoras de filmes que ele produziu. Quanto a seu estilo de tocar, eu confesso que eu sou incapaz de reproduzir seus solos de guitarra."


Agora, a declaração de Knopfler sobre Gilmour.



"Eu já toquei com David Gilmour, mas nós não fizemos nenhuma gravação juntos. Eu amo o seu tom de voz. Há algo de muito "swamp" ("pântano"), e melancólico no som da sua statocaster, mas também um som transparente, ao mesmo tempo que na verdade é a minha preferência tonal.
O que eu também gosto na guitarra de David é a maneira como ele fica dando voltas na melodia central sem atacar-la de frente, que é um sinal de um grande guitarrista."


Brunno Nunes

Dire Straits

Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979