terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Vídeo- Romeo and Juliet- 1980- 1981
Já havia postado esse vídeo antes, no entanto, quero enfatizar a beleza da bateria de Pick Withers presente nesses vídeos, (Playback), assim como em qualquer versão ao vivo de R&J na MM Tour 80/81.
Knopfler sabia muito bem o que disse a seu irmão David e ao John, quando juntos resolveram criar o Dire Straits e só faltava um baterista, Mark disse>> "Conheco um baterista que toca com muito sentimento". Referia-se ao Pick Withers, que já havia tocado com MK no Brewer's Droop em 1973, foi aí que nasceu a amizade, então na hora de fromar a banda, Knopfler não pensou duas vezes em chamar Withers! ^^
Creio que a primeira formação é minha grande paixão devido ao fato de conter uma combinação perfeita na banda, a química não era só entre os irmãos Knopfler, o Pick foi importantíssimo para a sonoridade do Dire Straits, o próprio John já declarou que o Pick foi o melhor baterista com quem ele já tocou e não é a toa que o Pick encaixaria-se perfeitamente na carreira solo de MK!
Bom, esse vídeo é outra raridade, não sei ao certo, mas creio que foi produzindo em algum programa de TV também, no início da turnê em 81.
É muito interessante ver esses registros, adoro sentir essa atmosfera, em especial, pela presença de Pick Witehrs, ele é simplesmente incrível!
Como meu amigo Ednardo citou>> "Chega a ser cruel um cara desses nunca ter tido o reconhecimento que merecia no mundo da bateria".
Brunno Nunes.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Guitarras no Making Movies
Bom, quando se fala do Making Movies, umas das coisas que se pensa é: "Foi nas gravações desse álbum que o David saiu do Dire Straits"!
Ok, mas muitos crêem que com a saída de David, Mark Knopfler fez as duas guitarras no Making Movies, só que essa informação não é verdade!
Oficialmente, David anuncia sua separação do Dire Straits em 25 Julio 1980. Como vocês sabem, o MM foi gravado entre Julio e Agosto de 1980, quando David saiu, o álbum não estava 100% concluido, (Hand in Hand mesmo só foi composta depois que ele saiu), no entanto, Mark realmente tinha retirado as participações de David nas músicas que haviam sido trabalhadas enquanto ele ainda estava na banda, só que a essa altura, a banda estava no no Power Station studios, em New York e Mark convocou o guitarrista (Sid McGinnis) para as sessões em NY.
Estranhamente seu nome não consta no encarte do Making Movies (LP e CD), não faço a menor ideia por qual razão, creio que por isso criou-se essa ideia de que Mark fez as duas guitarras no Making Movies.
Eu desconfio que o Sid McGinnis está naquele vídeo de Expresso Love, no David Letterman show, New York, USA, 30th September 1985, não tenho certeza, mas me parece que ele participava da banda do programa.
Sid McGinnis participou de de vários álbum de artistas famosos como>> Peter Gabriel, Bob Dylan, David Bowie, Paul Simon... além do Dire Straits, quem quiser ver mais sobre ele é só ir no wikipedia.
O único álbum que MK fez todas as guitarras foi o Brothers in Arms.
Eu até estava conversando sobre o Dire Straits esses dias com meu caro amigo Glauco e ele citou o seguinte>> "Você sabe que o Brothers In Arms é qualquer coisa menos um trabalho do Dire Straits legítimo" e eu concordo plenamente com ele, não desmerecendo de modo algum esse magnifico álbum, mas eu endendi o que ele quis dizer com sua declaração!
Segundo Glauco, Mark deveria estar querendo compensar a honra e responsabilidade de ser o primeiro grupo a gravar e lançar DDD (totalmente digital) em um CD e de certa forma não confiou no Terry, e chamou o Omar Hakim para fazer a batera desse álbum, além de contar com Tony Levin e Neil Jason no baixo e os irmãos Brecker nos metais!
Em nosso papo, soube de algo que era novidade para mim, eu achava que Terry havia participado em algumas canções, no entanto, segundo Glauco, o Terry só faz o "crescendo" de Money For Nothing... ele tentou durante um mês e a performance dele não foi boa. Aí o Omar Hakim em dois dias gravou o disco inteiro. Dito isso pelo próprio Neil Dorfsman em uma entrevista na revista Sound On Sound.
Enfim, vendo por esse angulo, o álbum BIA torna-se qualquer coisa menos um trabalho do Dire Straits legítimo, pois do DS apenas, Alan Clark, Guy que havia acabado de chegar e o inseparável John Illsely, que passou a bola para o Tony Levin em One World! ^^
Enfim, é só uma curiosidade, contudo, não deixa de ser informação! ^^
Brunno Nunes.
Ok, mas muitos crêem que com a saída de David, Mark Knopfler fez as duas guitarras no Making Movies, só que essa informação não é verdade!
Oficialmente, David anuncia sua separação do Dire Straits em 25 Julio 1980. Como vocês sabem, o MM foi gravado entre Julio e Agosto de 1980, quando David saiu, o álbum não estava 100% concluido, (Hand in Hand mesmo só foi composta depois que ele saiu), no entanto, Mark realmente tinha retirado as participações de David nas músicas que haviam sido trabalhadas enquanto ele ainda estava na banda, só que a essa altura, a banda estava no no Power Station studios, em New York e Mark convocou o guitarrista (Sid McGinnis) para as sessões em NY.
Estranhamente seu nome não consta no encarte do Making Movies (LP e CD), não faço a menor ideia por qual razão, creio que por isso criou-se essa ideia de que Mark fez as duas guitarras no Making Movies.
Eu desconfio que o Sid McGinnis está naquele vídeo de Expresso Love, no David Letterman show, New York, USA, 30th September 1985, não tenho certeza, mas me parece que ele participava da banda do programa.
Sid McGinnis participou de de vários álbum de artistas famosos como>> Peter Gabriel, Bob Dylan, David Bowie, Paul Simon... além do Dire Straits, quem quiser ver mais sobre ele é só ir no wikipedia.
O único álbum que MK fez todas as guitarras foi o Brothers in Arms.
Eu até estava conversando sobre o Dire Straits esses dias com meu caro amigo Glauco e ele citou o seguinte>> "Você sabe que o Brothers In Arms é qualquer coisa menos um trabalho do Dire Straits legítimo" e eu concordo plenamente com ele, não desmerecendo de modo algum esse magnifico álbum, mas eu endendi o que ele quis dizer com sua declaração!
Segundo Glauco, Mark deveria estar querendo compensar a honra e responsabilidade de ser o primeiro grupo a gravar e lançar DDD (totalmente digital) em um CD e de certa forma não confiou no Terry, e chamou o Omar Hakim para fazer a batera desse álbum, além de contar com Tony Levin e Neil Jason no baixo e os irmãos Brecker nos metais!
Em nosso papo, soube de algo que era novidade para mim, eu achava que Terry havia participado em algumas canções, no entanto, segundo Glauco, o Terry só faz o "crescendo" de Money For Nothing... ele tentou durante um mês e a performance dele não foi boa. Aí o Omar Hakim em dois dias gravou o disco inteiro. Dito isso pelo próprio Neil Dorfsman em uma entrevista na revista Sound On Sound.
Enfim, vendo por esse angulo, o álbum BIA torna-se qualquer coisa menos um trabalho do Dire Straits legítimo, pois do DS apenas, Alan Clark, Guy que havia acabado de chegar e o inseparável John Illsely, que passou a bola para o Tony Levin em One World! ^^
Enfim, é só uma curiosidade, contudo, não deixa de ser informação! ^^
Brunno Nunes.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O que realmente houve durante o período das desavenças entre os irmãos Knopfler no Dire Straits?
Pois bem, preparei esse texto onde tento mostrar na íntegra o que realmente houve durante esse período das desavenças entre os irmão Knopfler no Dire Straits!
Baseado no conteúdo do livro do Michael Oldfield*
Esses dados são das gravações do Making Movies, entre Março e Julio de 1980.
Segundo Mark, no livro de Michel Oldifild, ele disse que David não podia fazer tecnicamente o que estava se pedenido! oO
(Bom, particularmente eu não acredito nisso, pois temos os dois primieros álbuns do Dire Straits e é obvio que diante do que David fez nos dois primeiros álbuns, ele seria igualmente capaz de fazer o que se necessitava para o Making Movies, afinal, em termos de guitarra rítmica, não há nada de complexidade nas músicas desse álbum que o David não conseguisse executar, ou seja, o que o Hal seria capaz de fazer numa guitarra que o David não fosse??? oO Nada, absolutamente! Embora Hal Lindes não estivesse nas gravações do Making Movies, mas estava na turnê, onde quase todas as músicas desse álbum foram tocadas, com exceção de Hand in Hand, lamentavelmente!) =(
Isso foi uma desculpa insignificante por parte de MK para tentar justificar a saída de David do DS!
John se recorda de uma série de coisas durante a gravação de R&J. Mark viu David na sala de controle, David estava tocando e MK disse-lhe para voltar ao Hotel naquela noite e praticar mais. No dia seguinte David voltou e era obvio que não havia praticado nada. Durante a discussão, David insultou Mark e os irmãos voltaram enfadados para o hotel, Mark queria uma desculpa de David, mas ele se negou a dar. oO
Finalmente David foi até Jonh pedir-lhe um conselho, então John disse para David voltar para casa. No outro dia, todos estavam nos estúdio Power Station em NY, quando David entrou, Mark disse: "Não vou discutir com ele, pois ele não havia se desculpado" e se retirou da sala, aí o David foi até ele e se desculpou, mas Mark disse que não era suficiente! ¬¬
David recorda indo ao estúdio enquanto a banda fazia um descanso. " Disse ao engenheiro de som: "Quero provar algo". Estava tendo problemas com um determinado som e queria ter outra perspectiva. Comecei a fazer quando Mark entrou na sala de controle e imediatamente começou a apertar o botão para poder falar, dizendo que o que estava fazendo não era correto. Eu disse-lhe: "Mark, não estou tentando tocar essa parte".
David: Basicamente Mark estava em um estado que eu considerei de hiper-ansiedade, apertando o botão a cada sete segundos e fazendo comentários não ajudavam em nada. Eu achava que eles estavam descansando. Basicamente queria um pouco de paz e tranquilidade para voltar a tentar fazer o que estava fazendo!
Disse a Mark:"Por que não contas até dez, vai descansar e pegar uma cerveja". Porque eu o via como um alguém que desconta essa ansiedade nos lugares e geralmente estava entediando todo mundo. Eu o via como um problema e ele me via como um problema. Bem, isso não era nada novo. Mark saiu do estúdio, cancelou o dia seguinte e quis uma desculpa, o que me pareceu que era o inverso do que realmente havia acontecendo.
Qualquer causa que fosse exata, David deixou a banda e voltou a Inglaterra. Dire Straits se converteu em um trio.
------X------
Espero ter esclarecido um pouco mais sobre os motivos que levaram David deixar o Dire Straits! ^^
Vou deixar aqui uma parte muito interessante também, complementando o que havia escrito acima. Está em espanhol, mas vale muito a apena conhecer, quem puder fazer a tradução para ajudar a quem não conseguiu entender, eu ficaria muito grato!
"Só não traduzo por falta de tempo"
Ni un incidente, ni un desaire, percibido o a posta, ni una pelea hizo que Dave Knopfler se fuese. Fue la culminación de un problema causado por dos hermanos que estaban en la misma banda, las presiones de la fama y el estar en lo más alto, y el cambio de naturaleza de la banda.
John dice: “creo que es muy raro que hermanos puedan trabajar juntos en una situación tan intensa como esa. Muchos de los hermanos pequeños tienen algo sobre sus hermanos mayores, especialmente si ambos tocan guitarra, quieren ser músicos, quieren ser compositores –hay mucha posibilidad de que sea conflictivo. Pero en aquel momento, era reconocido como parte de la banda, con lo que seguimos con ello”.
Dave admitió la existencia de un problema con Mark en el documental “Arena”. “Es la clásica situación entre hermanos y estamos llegando a esos términos. Dos años en la carretera ha sido muy duro para ambos y el resto de la gente ha estado también en la línea de fuego. –Pick, John, novias, Ed, Paul, el equipo de la carretera, todo el mundo. Ha sido un efecto carrusel en todos los sentidos. Pero es cosa de Mark y mía el resolverlo”.
Ahora, Dave niega vehementemente la idea de que el era el que siempre se quejaba –por lo menos, no más que los otros –o que él era técnicamente inadecuado. Pero sí que acepta que ni él ni Mark arreglaron su relación.
“Me fui porque no era posible para Mark ni para mi el seguir trabajando en la misma banda. Caminábamos por el estudio con los ojos pegados al suelo. Dejamos de comunicarnos. Una pena, pero es la realidad. Ese tipo de presiones pueden crear ese tipo de situaciones, como cualquier persona que haya estado en una banda sabe. Es como estar casado con tres personas más. Si al final decides que quieres el divorcio, entonces tienes que seguir y conseguirlo, sin pensar en lo que cuesta!.
La estructura de la banda había cambiado lentamente, hasta que con el “Making Movies” ya no era una “empresa” cooperativa. Se había convertido principalmente en la banda de Mark, y mientras que John y Pick (durante un tiempo) aceptaron aquello, Dave nunca pudo aceptarlo.
“Ya no era una banda amigable. Para mi, Mark seguía siendo mi hermano, mientras que para el resto del mundo era el Ayatollah. Era una difícil transición. Yo tenía dificultades para verlo como el Ayatollah hasta aquel día que le dije que se fuese a tomarse una cerveza o algo” y Paul me decía: “tu no le dices a la gente de hacer eso cuando están produciendo y haciendo un disco y tu simplemente eres un músico”. Nunca lo había visto de aquella forma hasta entonces”.
La partida de Dave calmó mucho la tensión en la banda, y la grabación continuó en calma, con Sid McGinnis, que había tocado (entre otros) con Peter Gabriel y Carly Simon, en la guitarra.
El album, cuando se completó, tenía vida propia hasta el intento de capturar la vida de la banda en un disco. Ya no podrían ser criticados por ser demasiado “cómodos”. Las comparaciones con J.J. Cale desaparecieron en un mar de alegre y triunfante sonido. Cada disco de que Dire Straits hace, tiene su sitio, y comparaciones meramente fundadas según los juicios de valores personales, pero no hay prácticamente dudas de que Making Movies era el sonido correcto en el momento correcto. Era como caído del cielo: “Hemos vuelto! Justo cuando pensábamos que habíamos acabado, hemos vuelto e incluso mejor que antes!”.
Brunno Nunes.
Baseado no conteúdo do livro do Michael Oldfield*
Esses dados são das gravações do Making Movies, entre Março e Julio de 1980.
Segundo Mark, no livro de Michel Oldifild, ele disse que David não podia fazer tecnicamente o que estava se pedenido! oO
(Bom, particularmente eu não acredito nisso, pois temos os dois primieros álbuns do Dire Straits e é obvio que diante do que David fez nos dois primeiros álbuns, ele seria igualmente capaz de fazer o que se necessitava para o Making Movies, afinal, em termos de guitarra rítmica, não há nada de complexidade nas músicas desse álbum que o David não conseguisse executar, ou seja, o que o Hal seria capaz de fazer numa guitarra que o David não fosse??? oO Nada, absolutamente! Embora Hal Lindes não estivesse nas gravações do Making Movies, mas estava na turnê, onde quase todas as músicas desse álbum foram tocadas, com exceção de Hand in Hand, lamentavelmente!) =(
Isso foi uma desculpa insignificante por parte de MK para tentar justificar a saída de David do DS!
John se recorda de uma série de coisas durante a gravação de R&J. Mark viu David na sala de controle, David estava tocando e MK disse-lhe para voltar ao Hotel naquela noite e praticar mais. No dia seguinte David voltou e era obvio que não havia praticado nada. Durante a discussão, David insultou Mark e os irmãos voltaram enfadados para o hotel, Mark queria uma desculpa de David, mas ele se negou a dar. oO
Finalmente David foi até Jonh pedir-lhe um conselho, então John disse para David voltar para casa. No outro dia, todos estavam nos estúdio Power Station em NY, quando David entrou, Mark disse: "Não vou discutir com ele, pois ele não havia se desculpado" e se retirou da sala, aí o David foi até ele e se desculpou, mas Mark disse que não era suficiente! ¬¬
David recorda indo ao estúdio enquanto a banda fazia um descanso. " Disse ao engenheiro de som: "Quero provar algo". Estava tendo problemas com um determinado som e queria ter outra perspectiva. Comecei a fazer quando Mark entrou na sala de controle e imediatamente começou a apertar o botão para poder falar, dizendo que o que estava fazendo não era correto. Eu disse-lhe: "Mark, não estou tentando tocar essa parte".
David: Basicamente Mark estava em um estado que eu considerei de hiper-ansiedade, apertando o botão a cada sete segundos e fazendo comentários não ajudavam em nada. Eu achava que eles estavam descansando. Basicamente queria um pouco de paz e tranquilidade para voltar a tentar fazer o que estava fazendo!
Disse a Mark:"Por que não contas até dez, vai descansar e pegar uma cerveja". Porque eu o via como um alguém que desconta essa ansiedade nos lugares e geralmente estava entediando todo mundo. Eu o via como um problema e ele me via como um problema. Bem, isso não era nada novo. Mark saiu do estúdio, cancelou o dia seguinte e quis uma desculpa, o que me pareceu que era o inverso do que realmente havia acontecendo.
Qualquer causa que fosse exata, David deixou a banda e voltou a Inglaterra. Dire Straits se converteu em um trio.
------X------
Espero ter esclarecido um pouco mais sobre os motivos que levaram David deixar o Dire Straits! ^^
Vou deixar aqui uma parte muito interessante também, complementando o que havia escrito acima. Está em espanhol, mas vale muito a apena conhecer, quem puder fazer a tradução para ajudar a quem não conseguiu entender, eu ficaria muito grato!
"Só não traduzo por falta de tempo"
Ni un incidente, ni un desaire, percibido o a posta, ni una pelea hizo que Dave Knopfler se fuese. Fue la culminación de un problema causado por dos hermanos que estaban en la misma banda, las presiones de la fama y el estar en lo más alto, y el cambio de naturaleza de la banda.
John dice: “creo que es muy raro que hermanos puedan trabajar juntos en una situación tan intensa como esa. Muchos de los hermanos pequeños tienen algo sobre sus hermanos mayores, especialmente si ambos tocan guitarra, quieren ser músicos, quieren ser compositores –hay mucha posibilidad de que sea conflictivo. Pero en aquel momento, era reconocido como parte de la banda, con lo que seguimos con ello”.
Dave admitió la existencia de un problema con Mark en el documental “Arena”. “Es la clásica situación entre hermanos y estamos llegando a esos términos. Dos años en la carretera ha sido muy duro para ambos y el resto de la gente ha estado también en la línea de fuego. –Pick, John, novias, Ed, Paul, el equipo de la carretera, todo el mundo. Ha sido un efecto carrusel en todos los sentidos. Pero es cosa de Mark y mía el resolverlo”.
Ahora, Dave niega vehementemente la idea de que el era el que siempre se quejaba –por lo menos, no más que los otros –o que él era técnicamente inadecuado. Pero sí que acepta que ni él ni Mark arreglaron su relación.
“Me fui porque no era posible para Mark ni para mi el seguir trabajando en la misma banda. Caminábamos por el estudio con los ojos pegados al suelo. Dejamos de comunicarnos. Una pena, pero es la realidad. Ese tipo de presiones pueden crear ese tipo de situaciones, como cualquier persona que haya estado en una banda sabe. Es como estar casado con tres personas más. Si al final decides que quieres el divorcio, entonces tienes que seguir y conseguirlo, sin pensar en lo que cuesta!.
La estructura de la banda había cambiado lentamente, hasta que con el “Making Movies” ya no era una “empresa” cooperativa. Se había convertido principalmente en la banda de Mark, y mientras que John y Pick (durante un tiempo) aceptaron aquello, Dave nunca pudo aceptarlo.
“Ya no era una banda amigable. Para mi, Mark seguía siendo mi hermano, mientras que para el resto del mundo era el Ayatollah. Era una difícil transición. Yo tenía dificultades para verlo como el Ayatollah hasta aquel día que le dije que se fuese a tomarse una cerveza o algo” y Paul me decía: “tu no le dices a la gente de hacer eso cuando están produciendo y haciendo un disco y tu simplemente eres un músico”. Nunca lo había visto de aquella forma hasta entonces”.
La partida de Dave calmó mucho la tensión en la banda, y la grabación continuó en calma, con Sid McGinnis, que había tocado (entre otros) con Peter Gabriel y Carly Simon, en la guitarra.
El album, cuando se completó, tenía vida propia hasta el intento de capturar la vida de la banda en un disco. Ya no podrían ser criticados por ser demasiado “cómodos”. Las comparaciones con J.J. Cale desaparecieron en un mar de alegre y triunfante sonido. Cada disco de que Dire Straits hace, tiene su sitio, y comparaciones meramente fundadas según los juicios de valores personales, pero no hay prácticamente dudas de que Making Movies era el sonido correcto en el momento correcto. Era como caído del cielo: “Hemos vuelto! Justo cuando pensábamos que habíamos acabado, hemos vuelto e incluso mejor que antes!”.
Brunno Nunes.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Dire Straits no passado
Há poucos dias eu estava conversando com um amigo, debatendo sobre o som do Dire Straits e ele me fez a seguinte pergunta:
>> A formação original do Dire Straits era M. Knopfler, David Knopfler, John Issley e Pick Whiters. Em sua opinião, o som mais antigo do Dire Straits de 1978 a 1982/83 era melhor do que o da segunda fase do Dire Straits (BIA Tour 85/86/ OES Tour 91/92)?
Bem, eu achei legal a pergunta dele e respondi, só não esperava que além de dar meu ponto de vista, fazer um breve comentário a respeito das turnês do Dire Straits!
Como isso é informação com conteúdo, devido minha experiência com os bootlegs do meu acervo, não podia deixar de postar aqui esse texto que preparei exclusivamente para verdadeiros fãs!
Espero que todos aproveitem algo disso, pois estamos aqui para compartilhar conhecimento e material da nossa querida banda! =D
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Certamente o som do Dire Straits e bem distinto a cada turnê! O divisor de água foi sem dúvidas o Brothers In Arms, porém, particularmente eu vejo da seguinte forma:---->
Dire Straits Early Years 77/81, nesse mesmo período existem duas fases extremamente distintas, o Dire Straits puro, que é de 77/79, onde estava a essência da banda, contando com Mark, David, John e Pick. Com essa formação eles tiveram suas primeiras conquistas, tinha uma proposta musical muito mais interessante a meu ver, pois existia a sonoridade dos irmãos Knoplfer! A história mostra que David Knopfler foi o melhor guitarrista que tocou ao lado de Mark Knopfler. Talvez pelo fato da banda ser um quarteto e as guitarras ficarem em total evidencia, a energia era extremamente concentrada nesse ponto! O fato é que existe uma química diferente na sonoridade da primeira formação, ou seja, com os irmãos Knopfler na mesma banda, não podia ser diferente! =D
Com a saída do David nas gravações do Making Movies, a banda tomou outro rumo. Mark elabora trabalhos mais complexos e a proposta músical inicial não é mais a mesma, agora é outro Dire Straits!
Na Making Movies Tour 80/81 , entrou uma figura essencial para o Dire Straits, o Alan Clark, esse foi o cara que fez o papel de David Knopfler na banda, apesar de não tocar guitarra, ele preencheu muito bem as músicas com seus arranjos impecáveis, uma hora fazendo fundo, outra hora fazendo seus magníficos solos harmônicos, nos seus teclados, pianos, sintetizadores, órgão hammond, como na intro de Tunnel of Love e In the Never Rains, e muitas outras músicas!
A Making Movies Tour 80/81 é a fase mais experimental da banda. Essa é a turnê onde as músicas do primeiro e segundo álbum são tocadas com novos arranjos, ganhando uma nova roupagem, como ocorre em Down To The Waterline, Lions, Single Handed Sailor, In The Gallery, Angel Of Mercy, News e Where Do You Think You're Going?
Tais músicas só foram tocadas ao vivo até a Making Movies Turnê, 80/81 e nunca mais novamente! Isso mostra tamanha importância por essa fase do Dire Straits Early Years 77/81, pois essas músicas não foram mais inclusas nos repertórios das posteriores turnê do Dire Straits, de 82/92!
Na Love Over Gold Tour, a banda já está com outra cara e outra proposta musical. Com a saída de Pick Withers, importante integrante da banda, por ser um membro fundador, a banda perde novamente um pouco mais de sua essência inicial, por outro lado, a banda está chegando em um ponto extremamente diferente dos anos anteriores, agora o Dire Straits se torna uma banda cinematográfica, algo muito claro na LOG tour 82/83, o Alchemy revela isso basta apreciar o Show Alchemy, e ver o potencial do Dire Straits no palco. O único registro em vídeo da Love Over Gold Tour, apresenta músicas com arranjos cada vez mais complexos e bem trabalhados, além de que nessa turnê, podemos contemplar a fusão da trilha sonora Local Hero, o álbum LOG e músicas dos álbuns anteriores, um feito incrível e inesquecível! Existe uma atmosfera progressiva sempre presente durante a LOG Tour 82/83. O inevitável aconteceu em 85, Brothers In Arms Tour 85/86, que foi aquilo? Bem, aquilo foi o resultado do trabalho sério que a banda veio fazendo ao longo de cinco anos! O Alchemy foi apenas um ensaio para o que viria! A banda experimenta "o máximo" que o sucesso pode oferecer, o Dire Straits em total evidência naquele ano de 1985, foi o ano de ouro para a banda! Como sempre, Mark Knopfler gosta de mudar e nessa turnê a banda estava com uma nova cara e uma nova energia! Outra proposta musical diferente das anteriores, e da-lhe clássicos , So Far Away, Money For Nothing, Walk Of Life, Your Latest Trick, Why Worry e Brothers In Arms, tudo isso em um único álbum! Não era pra menos, tando a turnê, quanto o álbum foram um verdadeiro fenômeno!
Eu acredito que por causa desses clássicos, não foram mais tocadas músicas como Down To The Waterline, Once Upon A Time In The West, Where Do You Think You're Going e mais alguns outros clássicos do Dire Straits Early Years 77/81! Pelo menos Wild West End estava no repertório de todo show da Brothers In Arms Turnê!
Nov. de 1990/Maio de 1991 - O DIRE STRAITS grava no Air studio em Londres seu sexto álbum: On Every Street (com Calling Elvis e Heavy Fuel), produzido pela própria banda.
Aqui a banda vem totalmente diferente. Depois de cinco anos sem nenhuma nova turnê da banda, o Dire Straits volta como uma mega banda!
Mark trouxe Paul Franklin (pedal steel guitar) que conheceu nos trabalhos que fez com Chet Aktins, posteriormente trouxe para os Notting Hillbillies , entra o Phil Palmer (guitarra) que já havia tocado com Tina Tuner, Eric Clapton. Chris Whitten que havia tocado com Paul McCartney e Danny Cummings (percussão).
O grupo sai em turnê pelo mundo e apesar das boas vendagens de CD's (1º no Reino Unido, 1º nos EUA e 4º no Brasil, em torno de oito milhões de discos vendidos) e ingressos, não conseguem o sucesso esperado. Talvez, pelas expectativas em torno do "sucessor" de Brothers in Arms serem muito grandes.
Ao fim da turnê (patrocinada pela Philips e com custos de U$ 32 milhões), são contabilizados mais de 3.545.000 ingressos vendidos, em 211 shows, passando por 22 países. Ultrapasaando em alguns milhares a turnê de Brothers in Arms, a banda paralisa mais uma vez suas atividades.
A crítica pegou pesado com o On Every Street, particularmente eu achei ridículo, mas eu sou suspeito em falar, pois sou um grande admirador e colecionador do Dire Straits! On Every Street não perde em nada para os álbuns anteriores, não tem nem como compará-los. Um álbum muito bem produzido, e com músicas fantásticas, como On Every Street, Fade To Black, You And Your Friends, Iron Hand e a última grande Música do Dire Straits>> Planet Of New Orleans!
A meu ver, o Dire Straits em toda sua trajetória, nunca deixou a desejar! A frente da banda, o guitarrista, cantor, compositor, o líder da banda, Mark Knopfler, com essa figura talentosíssima e singular no meio da música, a banda jamais faria um trabalho ruim!
Músicos que fizeram parte do Dire Straits, seja em álbum ou turnê.
Primeira Fomação 77/79
Mark Knopfler - guitar / vocals
John Illsley - bass / vocals
David Knopfler - guitar / vocals
Pick Withers - drums
Making Movies Tour (On Location)80/81: Mark Knopfler - guitar / vocals John Illsley - bass / vocals Alan Clark - keyboards Hal Lindes - guitar / vocals Pick Withers - drums - Making Movies álbum: Roy Bittan keyboards
Love Over Gold Tour 82/83: Mark Knopfler - guitar / vocals John Illsley - bass / vocals Alan Clark - keyboards Hal Lindes - guitar / vocals Terry Williams - drums Mel Collins - saxophone Tommy Mandel - keyboards
Brothers In Arms Tour 85/86: Mark Knopfler - guitar / vocals John Illsley - bass / vocals Alan Clark - keyboards Guy Fletcher - keyboards / vocals Jack Sonni - guitar / vocals Terry Williams - drums Chris White - saxophone / vocals Brothers in Arms álbum: Omar Akin - drums
On Every Street Tour 91/92: Mark Knopfler - guitar / vocals John Illsley - bass / vocals Alan Clark - keyboards Guy Fletcher - keyboards / vocals Phil Palmer - guitar / vocals Chris Whitten - drums Chris White - saxophone / vocals Paul Franklin - pedal steel guitar Danny Cummings - percussion / vocals On Every Street Álbum Jeff Porcaro - drums
Brunno Nunes.
Mark Knopfler - Munich Soundcheck (13th June 2001)


É um raro registro, pois contém ensaios, além de Portobello Belle and Silvertown Blues ao vivo!
Additional comments:
Unique recording of the Munich soundcheck at the Olympiahalle. The recording features two songs that the band rehearsed but never actually played that the 2001 concerts: Portobello Belle and Silvertown Blues. Great to hear how professional the band is and very interesting to hear the comments between the sections. The complete soundcheck lasts about 64 minutes.
Brunno Nunes.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Live At Knebworth 1990 - Parts 1-2 (Áudio)

Saudações Knopflerianas!!!!! ^^
Fiquem com as duas partes do Live At Knebworth 1990, link gentilmente cedido por Andreia Rossi-Knopfler. A fã mais pirada de todos os tempos!!!!!!!! =D Sim, isso mesmo, no melhor sentido da palavra, por exemplo, só ela consegue fazer um "hardcore" com Solid Rock, segundo Andreia> ("aquele negócio de rock, rock, solid rock já me causou inúmeros hematomas") hehehehe... Ela sabe que estou brincando com ela, não é Andreia, estou pegando aquele senso de humor que vc tanto fala na comunidade! =)
Bom, segundo Andreia, "a pasta abre na ordem alfabética"
Agradeçam a boa vontade dela em ter extraido o aúdio do dvd para todos nós!
Certamente tá uma maravilha!
Valewwww Andreia!!!!! ^^
Parte 1:
Tears for Fears:
Change
Badman’s song
Everybody wants to rule the world
Cliff Richard and The Shadows:
On the beach
Good golly Miss Molly
We don’t talk anymore
Phil Collins and the Serious Band:
In the air tonight Sussudio Paul McCartney: Coming up Birthday Hey Jude Can’t buy me love
DOWNLOAD
Parte 2:
Status Quo:
Whatever you want
Rockin’ all over the world
Dirty water
In the army now
Eric Clapton:
Before you accuse me
Tearin’ us apart
Dire Straits Mark Knopfler:
Solid rock
Think I love you too much
Money for nothing
Elton John:
Sacrifice
Sad songs
DOWNLOAD
Brunno Nunes.
domingo, 11 de janeiro de 2009
DUBAI 2005
Esse é o terceiro show da Shangri-La world tour 2005.
Não está completo, porém, vale a pena conferir!
Contém a raramente tocada- Trawlerman's song!
Additional comments:
Audience recording from the Shangri-La world tour 2005. The recording features about half of the third concert on the tour which brought Mark Knopfler and his band for the very first time in his career to Dubai. Fairly good sound quality, including the rarely played Trawlerman's Song! Also rare is the version of Baloney Again on this tour, which is unfortunetly cut after about four and a half minutes. Available on one CD-R.


Brunno Nunes.
Não está completo, porém, vale a pena conferir!
Contém a raramente tocada- Trawlerman's song!
Additional comments:
Audience recording from the Shangri-La world tour 2005. The recording features about half of the third concert on the tour which brought Mark Knopfler and his band for the very first time in his career to Dubai. Fairly good sound quality, including the rarely played Trawlerman's Song! Also rare is the version of Baloney Again on this tour, which is unfortunetly cut after about four and a half minutes. Available on one CD-R.


Brunno Nunes.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Vídeos sensacionais
Fiquem com esses vídeo, certamente será novidades para muitos! ^^
Marbletown live - essions@AOL, AOL studio, New York, USA, 15th November 2002
Dire Straits - Water of love [Top of the pop -78]
Dire Straits - Sultans of Swing [Alright Now -79]
Dire Straits - Down to the waterline [Los Angeles -79]
Dire Straits - Six blade knife [Los Angeles -79]
Dire Straits - Once upon a time in the west [Los Angeles -79]
Dire Straits - News [Los Angeles -79]
Dire Straits - Lady writer [Pink Pop - 79]
Dire Straits - Sultans of swing [Solid gold -80]
Dire Straits - Solid rock [France -81]
Mark Knopfler - Interview in Sweden -82
Mark Knopfler - Interview -82
Espero que apreciem!!!!!!!
Brunno Nunes.
Marbletown live - essions@AOL, AOL studio, New York, USA, 15th November 2002
Dire Straits - Water of love [Top of the pop -78]
Dire Straits - Sultans of Swing [Alright Now -79]
Dire Straits - Down to the waterline [Los Angeles -79]
Dire Straits - Six blade knife [Los Angeles -79]
Dire Straits - Once upon a time in the west [Los Angeles -79]
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Mark Knopfler - Interview in Sweden -82
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Espero que apreciem!!!!!!!
Brunno Nunes.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Curiosidades!!!
Feliz ano novo Knopflerianos! ^^
Creio que muitos fãs quando ouvem Sultans of Swing, certamente ficam na curiosidade em saber quem é esse George que sabe todos os acordes?
Na frase>> Check out Guitar George, he knows all the chordsMind, he's strictly rhythm, he doesn't want to make it cry or sing
Yes, and an old guitar is all he can afford
When he gets up under the lights to play his thing
Conheço pessoas que pensam que é o George Harrison e tal, no entanto, o George citado em Sultans of Swing existe mesmo, ele é o George Borowski.
George Borowski é um guitarrista britanico, cantor e compositor.
Certo dia, George Borowski estava tocando com seu grupo> The Out, em Manchester, certamente em meados de 1977, ele foi elogiado por Mark Knopfler, que estava assistindo seu o show e mais tarde escreveu:
Check out Guitar George, he knows all the chords
Mind, he's strictly rhythm, he doesn't want to make it cry or sing
Yes, and an old guitar is all he can afford
When he gets up under the lights to play his thing
Tenho dois artigos interessantes para vocês conferirem:
Primeiramente, o Wikipedia é claro>> http://en.wikipedia.org/wiki/George_Borowski
Nessa página tem algo bem interessante, em 9. The Out - Who Is Innocent? (Rabid Records, 1979)>> http://accelerateddecrepitude.blogspot.com/2009/01/perfect-unpop.html
E para encerrar,fiquem com esse vídeo, George Playing Manchester Boys on Manchester based TV CHANNEL M. Chatting including that famous Dire Straits story!
Ele até conta essa História que acabei de citar para vocês!
Brunno Nunes.
Creio que muitos fãs quando ouvem Sultans of Swing, certamente ficam na curiosidade em saber quem é esse George que sabe todos os acordes?
Na frase>> Check out Guitar George, he knows all the chordsMind, he's strictly rhythm, he doesn't want to make it cry or sing
Yes, and an old guitar is all he can afford
When he gets up under the lights to play his thing
Conheço pessoas que pensam que é o George Harrison e tal, no entanto, o George citado em Sultans of Swing existe mesmo, ele é o George Borowski.
George Borowski é um guitarrista britanico, cantor e compositor.
Certo dia, George Borowski estava tocando com seu grupo> The Out, em Manchester, certamente em meados de 1977, ele foi elogiado por Mark Knopfler, que estava assistindo seu o show e mais tarde escreveu:
Check out Guitar George, he knows all the chords
Mind, he's strictly rhythm, he doesn't want to make it cry or sing
Yes, and an old guitar is all he can afford
When he gets up under the lights to play his thing
Tenho dois artigos interessantes para vocês conferirem:
Primeiramente, o Wikipedia é claro>> http://en.wikipedia.org/wiki/George_Borowski
Nessa página tem algo bem interessante, em 9. The Out - Who Is Innocent? (Rabid Records, 1979)>> http://accelerateddecrepitude.blogspot.com/2009/01/perfect-unpop.html
E para encerrar,fiquem com esse vídeo, George Playing Manchester Boys on Manchester based TV CHANNEL M. Chatting including that famous Dire Straits story!
Ele até conta essa História que acabei de citar para vocês!
Brunno Nunes.
Entrevista com John Illsley e Hal Lindes
'Good Evening Ulster'
1. Interview John Illsley and Hal Lindes
Ulster TV Studios, Belfast, Northern Ireland, 6th January 6th 1981.
Um raro registro!
Entrevista com dois membros do Dire Straits John Illsley e Hal Lindes.
Um registro no mínimo curioso.
Espero que apreciem! =)
Brunno Nunes.
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Dire Straits
A voz e a guitarra do Dire Straits ao vivo em Cologne, 1979
Um dos riffs de guitarra mais potentes de todos os tempos, sem dúvidas, o mais memorável da década de 80'.
Blinds on the windows and a pain behind the eyes
(Cortinas nas janelas e uma dor atrás dos olhos)







